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How Everything Changed?

How Everything Changed?

01
Set17

Chamaram-me doida, e se calhar foi por isso que me abandonaram...

Por entre o ar gélido, do Inverno sombrio que assombrava cair, os flocos de neve navegavam sobre os fios emaranhados do meu cabelo encaracolado. Fechava os olhos, já nada via, a luz tinha sido escondida pela lua que naquela noite não temia em aparecer. Era uma noite sombria, pela gélida Islândia que descreverá o meu sonho. Deixei-me navegar por aquela ondulação do rio a queimar a minha pele do frio, precisava de sentir o gélido Inverno que se iria aponderar pelo meu corpo e mente, prepara-me pela nova etapa...

Não pertencia a lugar nenhum, não podia pertencer a ninguém e ninguém poderia pertencer-me. A natureza negava, tudo negava-me, não era suficientemente "boa" para ninguém mentalmente estava gravado, mas no coração... Ele ainda esperava por uma declaração de amor eterno. Os sonhos flutuavam por mim enquanto aquele rio enorme se a ponderava de todas as minhas energia. Não me deixando sair daquele estado de transe profundo. Sabia que uma luz começara a incidir pelo meu corpo encharcado e os meus cabelos estavam lisos da água, sentia mas não mexia-me.

O Sol começara a nascer e Portugal esperava-me por entre aquela aldeia pequenina que estava entre dois distritos tão grandiosos e assustadores para mim. Lisboa e Leiria, uma imensidão de água que assustava-me, medos distantes atravessaram a minha mente quando pousei na pista do destinado avião, aquele Sol incidente sobre a Primavera de Lisboa que a praia poderíamos passear e nadar. Os meus olhos escorriam quando pisei o que chamara Lar há uns anos, não por saudades, não por nada, mas pelas recordações sombrias que aquele espaço me trazia, pela instituição com gritos de socorro que inundam as paredes, com tantos sussurros a pedir por socorro por aquele quarto tão pequeno.

Nunca senti-me bem realmente em espaço nenhum, aquela gravidade não me compreendia, não compreendia o meu cerébro mesmo prendendo o meu corpo aquela sombria Terra. Eu pedia por socorro todos os dias, lutava todos os dias para expor os meus pensamentos, os meus sentimentos, aplicar o meu cerébro em algo real, que o estimula-se nao algo em que me impuseram e aconselhar, não por pais que abandonaram-me e levaram me para um sítio onde mais gritos meus de sorriso emanavam naquele rio. Chamaram-me doida, e se calhar foi por isso que me abandonaram... 

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Beijinhos da Only one Girl

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