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How Everything Changed?

How Everything Changed?

18
Dez17

Conto de Natal- 3ª Capítulo

-Porque… Não consigo dizer-te isto em voz alta… É demasiado difícil, perdoa-me- disse eu puxando a minha cabeça para as minhas pernas.

Os meus olhos começaram-se a fechar e a marejarem-se de lágrimas, tinha sido tudo demais. Eu podia parecer algo super estúpido por tanto chorar e desistir de tudo, mas eu precisava… Precisava de um abraço, um carinho algo que o George não podia dar-me mais. Ele mimava-me com tudo, realmente, mas não sei era um sentimento estranho…

-Hey…- disse ele fazendo-me olhar para ele apoiando-me nos meus cotovelos.-  Anda cá…

Disse ele puxando me o meu braço e fazendo-me envolver no seu abraço… Era… Era isto que precisava e ele finalmente encontro… Tocou nos meus cabelos com uma carícia e no final olhou bem fundo dos meus olhos e disse-me:

- Nunca mais vamos falar do que aconteceu, eu não quero saber do que aconteceu. Vamos simplesmente para outra escola outro sítio, vais esquecer tudo?- Na verdade parecia que ele tinha adivinhado os meus planos e que ajudou-me a confirmar.- O George também vem, vai tudo ficar bem. Nunca mais o terás de ver. Está bem?

- Está bem- disse eu com um sorriso profundamente genuíno e verdadeiro como já não mostrara a muito tempo.

As luzes começavam a acenderem-se em todas as casas e os adereços de natal. Ele sussurrou “este sorriso é tão lindo”, era ele que eu procurava mas não podia simplesmente prende-lo a esta realidade. Ele tinha uma vida, para além de tudo... Como uma rapariga que mal conhecera mudaria-lhe tanto a vida?

-Eu também tenho muitos fantasmas naquela escola, prefiro ir contigo…- disse ele agarrando na minha mão e respondendo aos meus pensamentos.

-É assim tão fácil? Não é demasiado fácil?- disse eu preocupada ainda com a mão dele agarrada a minha

-Não, apenas é difícil o que queremos. O que complicamos em demasia.- disse ele agarrando-me na outra mão e começando a movimentar-me em um género de dança.

Não sei por quanto tempo estivemos ali os dois a dançar e a rodopiar, mas sentia-me liberta a sorrir juntamente com ele. Como um rapaz assim que conhecera… Seria tanto e tão pouco, amor… Quando ambos já estávamos um pouco exaustos ele agarrou-me na mão e como despedida beijou-a indo embora…

Porque em tão pouco tempo, eu consegui amar tanto alguém e alguém a mim… Não era tempo a menos, não estava errado, ele poderia tocar-me? Começava a sufocar com tantos pensamentos negativos por isso simplesmente foi para dentro da minha casa, conservando o seu toque. O seu toque na minha cintura, o seu beijo calmo, os seus lábios na minha mão. Que fantasmas teria também ele, para simplesmente quer ir embora daquela escola. O que esconderia ele de tão diferente que eu?

 

Adormecera entre pensamentos, todos concordamos a ir matricular-nos na escola hoje. Já estávamos de férias. Tínhamos andado os três muito juntos ultimamente, o Austin falávamos nos da sua mãe e como ela estava fora de perigo. O George comentava juntamente connosco as suas conquistas novas. Eu tentava não pensar, para mim era o mais simples e fácil no mundo havia tanto mais mal do que o meu aconteceu. Um dia eu sabia, sabia que podia contar-lhe tudo. Tudo o que sentia por ele, que queria simplesmente afogar-me no seu peito e viver naquele mundo.

Todos a minha volta pareciam saber que amava-o, apesar de não ter proferido nenhumas palavras de confirmação. Andava feliz, esperava pelo seu toque, por um mero toque de engano ou por mais. O George tentava sempre convencer-me a admitir mas não o fazia simplesmente porque não chegava e não estava no momento certo.

-Vamos?- disseram os rapazes em coro a porta da minha casa

-Sim!- disse eu com entusiasmo

Peguei no meu cachecol, nas minhas chaves de casa juntamente com os meus fones e telemóvel. Rapidamente chegamos a escola que viveríamos o nosso último ano, juntos. Tratamos dos papéis da transferência rapidamente e fomos todos almoçar juntos e comer um gelado. Durante o almoço houve um silêncio confortável entre todos nós. A nossa amizade surpreendentemente era a base do silêncio e confiança. Caminhamos até a nossa gelataria favorita, pedi um gelado de oreo, o Austin um de baunilha e chocolate e o George igual. Rapidamente encaminhamo-nos até ao nosso pequeno parque que encontramos nestas férias e começamos a desfrutar dos nossos gelados.

-Aí que delícia…- disse o George agarrado ao seu gelado e o Austin concordou.

Quando provei o meu não gostei lá muito, tinham-se enganado com outro gelado que não gosto, reconhecera.

-Então Hannah, não gostas do teu?- perguntou-me o Austin olhando nos meus olhos como sempre fazia quando falávamos ou não

-Eles deviam se ter enganado no gelado… Não te preocupes.- disse eu virando-me para ele e pondo o meu gelado no lixo

-Come um pouco do meu, eu não me importo.- disse ele com aquele sorriso lindo que amava completamente. Eu discordei e disse-lhe para comer mas mesmo assim insistiu- A sério Hannah come um pouco.

Fiz-lhe a vontade, ele começou a dar-me gelado a boca carinhosamente mas depois ambos uniram-se e começaram-me a sujar de gelado e a fazerem-me cocegas… Sem dúvida que eram momentos óptimos os que passava com eles. Eram as melhores pessoas que poderia ter ao meu lado.

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Espero que tenham gostado deste capítulo

O que acham que vai acontecer no último capítulo?

Já é o próximo

Beijinhos da Only one Girl

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