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How Everything Changed?

How Everything Changed?

22
Ago16

Dor!

Escrevo, apago-o, " Back Space" novamente. Abro uma pagina e fecho-a. Tanto que quero dizer, tanto que tenho que deitar para fora. Algo me pesa. As lágrimas ameaçam-me sair da cara enquanto há um sorriso falso. As lágrimas não me saem, e quero que saem pelo menos todo o que me pesa sai de mim. Quero ficar sozinha com a minha música, quero ficar com o meu peso. Com os meus pensamentos revoltados. Não quero ver mais ninguém. Todo está diferente, não percebo o que. Mas doí, mais do que penso. Algo vai correr mal, eu sei-o. MAS NÃO O CONSIGO DESCOBRIR. Isto e tantas outras coisas, é mais um lema da minha vida. Agarro as minhas mãos, doem-me os nós dos dedos que ficam brancos com a força. Tento equivilar está dor física o que estou a sentir interiormente, mas não dá. Não se equivale, por que está dor não está ligada a algo por descobrir. As lágrimas não se rompem, mas pesam-me, mesmo sendo invisíveis. Doei-me tanto... Só só eu, a minha dor, a minha música e o pc. Queria ter alguém que me perceber, queria ter alguém para me mexer no cabelo até adormecer, queria ter alguém para me mostrar sítios que recompensam todo, queria ter alguém ao meu lado... Não tenho. É uma realidade. Não o mostro, nem me dedigo-me a mostra-lo a alguém, sou demasiado orgulhosa. Mas pesa tanto... A mágoa penetra-se por mim a dentro como se viesse do ar tóxico que respiro. Sou a causadora disso, sei-o mesmo não sabendo o que sinto, não sabendo o por que e o que vai correr depois disto. O meu sorriso desvaneceu-se. Tenho cada vez melhor ocultado o que sinto, o que me pesa. Cantando no que me identifico, todo piora mas não quero sair. NÃO QUERO, sair da minha cela, mesmo tendo a chave. Não quero mostrar o que sinto a alguém, mas também não quero o sentir... O QUE DEVO FAZER? O destino traço-me um rumo, mas parece que a inverter este rumo apenas me magoou. Mas quero ser eu a traçar todo o que faço, não quero que haja uma história a apresentar antes de agir. Antes de nascer. Quero ser eu em todos os momentos, não o meu sub consistente. Metáforas que me vêm a mente... O que mostro, mas com mais significado mais do que as meras palavras que aqui comunico ou apenas tenho numa conversa. Quero voltar ao clássico!  Dor profunda, com uma dor sem medicação. Uma dor que não tem nome cientificamente... Todas as recordações, todos os meus sonhos, pesadelos, memorias vivas, fotografias. Todo apenas me faz que a ferida alargue-se mais. Sinto nostalgia, sinto que podia ser todo perfeito, novamente, sem problemas. Conduzir a uma estrada perfeita sem nada do que estou a sentir. " A felicidade, não é confortável, a felicidade tem de ser buscada...". Eu sei, tento o imaginar a concretizar nos meus sonhos. Mas não consigo, não acontece. Mesmo enquanto tento adormece que tudo como conta de mim... Luto-o para conseguir, sim eu luto! Mas não lá chego e parece que apenas há nevoeiro para sempre. Mesmo que todo continue assim sem sentimentos. Não resisto, caio, levantando-me lentamente vendo as minhas feridas. Na qual não podem ser resolvidas com apenas um curativo, feridas que não me deixam caminhar apenas gatinhar. Pela estrada que vejo que não tem fim... Perco-me, não me lembro de nada do que mais preciso para chegar ao final da estrada, apenas o mal que sinto. ( uma metáfora) Não sinto melancolia diretamente, mas sinto a apatia vindo de mim. A apatia que não me faz ter reação perante algo que devia estar a chorar completamente. Como no filme na qual é obrigatório chorar não acontece. Amanhã pode estar melhor, mas não vou achar a resolução assim tão facilmente com uma noite de sono. Não tenho quase momentos destes, por isso são tão profundos, longos e distantes daquilo que eu sou. Quero chorar, pelo menos não me sentia tão mal. Mas algo dentro de mim está a prende-lo. Mas assim ainda mais doí, as lágrimas iriam me aliviar. A dor pode ser escondida durante escassos minutos mas ela volta, com mais intensidade. Ontem nada sentia perante estava situação todo estava tão bem, a correr tão bem. Sem estas mudanças repentinas na personalidade. E desabou, já esperava era verdade, está demasiado tempo bem... Não sou só uma rapariguinha que gosta de coisas de crianças, não sou uma menina pequenina! Estou farta que me tratem assim, mas sei que não é apenas isto que se está a passar...  Doí me as veias profundas do meu sangue, fazem me ainda me doer mais continuar em pé e raciocinar. Quero apenas ficar sozinha e ouvir música, sem dores profundas ou cortes físicos. " Todo vai melhorar..."

*...

Beijinhos da Only one Girl

 

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