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How Everything Changed?

How Everything Changed?

26
Jul16

Mundo ( meu, crianças, infância...)

No meu mundo eu posso fazer todo, cantar, brincar, dizer quem sou, sonhar, pensar, amuar, divertir-me, fazer amizades, fazer coisas novas, explorar, experimentar aventuras, criar algo diferente de todo, viver várias situações completamente diferentes. Viver a vida intensamente, chorar quando me apetece e sorrir quando eu bem entender. Ser livre de todo e todos. Ter me a mim própria, sentir me bem comigo e somente comigo ( se for necessário).  Se calhar também estou cercada por tantas coisas que eu vejo e que não vejo, há momentos que estou cercada entre paredes, cercada dentro de uns fones e de uma música que não se separam de mim. Cercada por tanta coisa. Por pessoas, por mim própria, pelo que eu penso. Acho que acontece apenas naturalmente cerco-me de coisas, estás cercas protegem me também de algumas coisas, mas escondem-me. Se calhar só querem-me proteger, apenas de não ter sentido próprio sou eu que comando nelas. A minha cabeça tem uma parte na qual quer que eu me protege outra na qual diz " Sai o mundo, deixa-me mostrar quem tu realmente és, o que podes fazer pelos outros. O quanto és divertida, não a menina perfeita que todos acham." Ás vezes tenho que deitar abaixo as cercadas dentro de mim, as cercas na qual são invisíveis, e outras tenho que usa-las protege-las, ou deixar que me protejam. Há coisas que eu posso mandar no mundo, mas não posso mandar me quem tem o poder de mandar as minhas próprias cercas a baixo. Posso ter, mas este poder tem um limite e há pessoas e situações que o superam sei disto. Pessoas que me tocam, ou não. Pessoas que podem surpreender de formas completamente distantes, podem não entrar dentro de umas das cercas que se chama coração ou podem. Mas entram na minha cerca na minha mente! Ou podem mesmo invadir as minhas cercas e pôr o pé no meu próprio terreno em que eu brinco, choro, sorriu, faço todo sem medo, todo o que é meu por direito, as minhas cercas já viram! E vão ver muitas vezes.

Quando brinco com alguma criança, vejo me nela, não na mente dela, nem no coração, mas no corpo de uma forma estranha, na qual eu já foi aquela criança. A minha cerca tem uma das partes que o meu território é ocupado com a minha criança. As meninas gostam muito de ver a Barbie e eu diverti-me a ver com eles, diverti-me a fazer ginástica acrobática com eles. Faz me lembrar de uma certa a minha infância, apesar de ás vezes não ter nada haver. Sinto que posso sempre ser criança, naquele momento em que estou a brincar com eles sinto que posso fazer, dizer todo sem que haja consequências na qual eu sei que existem agora na idade que eu tenho. Elas não são tão ingénuas como todos pensam, são genuínas, sempre com força para animar alguém ou algo, sempre a dar mais um passo de dança de canto ou lá o que for. Uma sensação reconfortante. Lembro-me de quando era muito pequenina com 6 anos na qual adorava ver morangos com açúcar e tinha os cd's todos e uma aparelhagem pequenina onde muita os cd's. Lembro-me que o máximo dela era 32, ponha no máximo. Calçava os sapatos/ botas de salto que havia cá por casa e começava a dançar só acabava quando o cd acabava. Não precisava daquele momento para me sentir livre como agora que a dançar me sinto livre, mas habitualmente não. Ou quando já era maiorzinha mas era livre, com 7/8/9 e na minha escola havia um pinheiro na qual depois do almoço começávamos apanhar pinhões para comermos como sobremesa, divertia-nós imenso. Cortavamos-os com pedras e depois comíamos, era todo coisas na qual era de infância mas ainda estão muito presentes nas minhas recordações, ainda apenas que sejam completamente banais. Se calhar agora os miúdos estão agarrados a tablet's que na minha altura não se ouvia falar. Adoro crianças por isto e muitas mais razões, faz despertar a grande criança que ainda tenho em mim e espero que não se vá embora, quando vejo os sorrisos sinceros deles de orelha a orelha e a pedir para brincarmos mais ou andarmos as cavalitas com eles. Quando caem e levantam-se sem chorar e dizem: " É coisa de pessoas grandes não é?". Quando me fazem sorrir mesmo quando eu não lhes disse nada mas estou mal. São dádivas que nós dão as crianças não sabem o bem que fazem, quantos sorrisos provocam... 

*PS: queria que me dessem sugestões para o templante se faz favor.

Beijinhos da Only one Girl.

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