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How Everything Changed?

How Everything Changed?

19
Ago16

Quem realmente sou?

uma rapariga fechada, muito reservada transmito os meus pensamentos por este meio.  Fechada como pôr 4 paredes, mas sim com uns fones e música e os seus pensamentos, que raro é o dia que saem das profundezas do poço de metros e metros que precisam da pressão que não carrego para eles se exporem. Poço este que está cheio do que sou, rosas, animais velozes, animais mansos, todo o que me caracterizar. Aprendi tanta coisas nestes últimos anos da minha vida. É como se tivesse aprendido a andar outra vez, mas sim a andar na estrada que é a minha cabeça, a estrada com que tenho que ter tanta precaução. Não sou ninguém de especial no mundo, como diz uma frase que acho que significa tanto: "Quando vier a primavera Se eu já estiver morto As flores florão Da mesma maneira Que na primavera passada A realidade não precisa de mim Sinto uma alegria enorme Ao pensar que a minha morte não tem importância nenhuma". A natureza vai continuar a ser a mesma, mas está frase só faz sentido se nós não mudamos a vida a alguém as pessoas não são a natureza. É uma escolha nossa, eu quero mudar algo mesmo não sabendo o que, vou lutar para o descobrir. Vou me ir a baixo em tantos momentos, mas sei que me vou levantar e ter os olhos ainda mais bem fixos na estrada que tenho que percorrer. Vou aprender todo o que preciso, para quando morrer alguém dizer o que fiz de bom e mau. Há realidade da vida é está. Sei que possa parecer que possa parecer todo estranho agora, mas espero que daqui uns anos não o seja.

 Só muito insegura em relação a mim própria. Só uma pessoa que adora se isolar do mundo em si e das pessoas, tento fazer sempre o melhor. Mas sei que não o consigo fazer tendo medo de abrir a boca e de não me levantar e fazer o que penso. O meu problema é sobretudo por causa de não me sentir segura em relação a mim própria. Revolta-me tantas coisas que vejo e oiço e tenho um torbulhão de pensamentos acerca disto, tenho algo a dizer sobre isto mas não sei não dá a minha boca não tem um elo comigo. Parece que nasci com este defeito. Mesmo, com está batalha com este mar troacerio onde tenho de percorrer vou chegar ao final, vou fazer algo para não o ser mais. Para conseguir saber o que tenho de fazer, para saber que sou eu a faze-lo e não estou a restringir de nenhuma qualidade minha enquanto o faço.  Não consigo transmitir o que sinto nem mesmo desabafar com as outras pessoas. Odeio tanto a falsidade, a guerra, os densintedimentos. Sinto tanta coisa perante algumas situação, sinto que até podia ser forte no momento e não. Coragem não é algo que me define certamente, tenho uma coragem que se esconde de mim, nas profundezas do meu ser que é muito obscuro ou não. Uma coragem que raro é a situação na qual aparece, adoro-a sentir. Adoro perceber que naquele momento não sou eu a Cláudia insegura que está a falar, mas sim a Cláudia que a sua boca e a sua cabeça tem uma ligação profunda. Luto todos os dias para que está Cláudia apareça muitas mais vezes. Mesmo que não gostes de admitir sou está rapariga, tenho inseguras, tenho defeitos, não tenho um corpo nem perto de o perfeito. Mas estou contente com este ser que sou. Sou nova tenho que me divertir, tenho que fazer todo o que é normal numa adolescente. Com regras.  Não gosto de ser mau educada, nem de ser má aluna.  Não vou restringir de isto por alguém que me deixe influenciar. Por mais que seja ingénua, não sou assim tão manipulável. Mas sim sou ingénua. São os meus próprios princípios, princípios este na qual honro. Tenho medo das consequências, acho que pode ser por isso que tenho medo de dizer o que sinto. Tenho medo de fazer errado, mesmo sabendo que é normal e que todos o fazem. Medo de não ser o que alguém quer que seja. Tenho uma luta constante em perceber quem tenho de ser e quem realmente sinto que sou.

*deve ser um post um pouco estranho, mas estou a expremir o que ando a conter a tanto

Beijinhos da Only one Girl

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