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How Everything Changed?

How Everything Changed?

31
Dez16

Reflexão| 2016

12 anos, uma rapariga, chamada Cláudia...

Foi assim que começou o meu novo ano (2016), ano esse que tanto aconteceu, o ano em que melhor recordo e mais recordo naquela escola.

Momentos difíceis, mas outros que recordo no coração, que quando os visualizo novamente um sorriso vem me a mente. Momentos que na altura me magoaram tanto, mas agora neste presente apenas vejo uma lição, dolorosa, mas uma lição que me ensinou tanto. 

2016 em si foi um ano cheio de surpresas, que apenas tenho de agradecer. Muitos chamam o ano de transição de 12 anos para 13 ( adolescência). Eu não considero que seja, porque a essência que existe dentro de mim desde de bebé, acredito que nunca se perderá.  

Foi um ano onde as pessoas entraram e saíram da minha vida com uma velocidade estranhamente não dolorosa, pessoas que sabia que dentro de mim elas tinham de sair. Foi um anos de transformação no meu eu, não no que sou porque continou a ser a mesma menina que nasceu, mas sim o eu que mostro ao mundo. O eu frio que me tornei mas não me arrependo, muitas vezes o meu eu bom que há uns meses era superficial magou-me demasiado e este eu apenas abstrai dores desnecessárias. Apesar disso os meus verdadeiros amigos, que finalmente percebi quem eram, não reagiram a esta mudança porque quem me faz bem e me conhece verdadeiramente consegue ver a mesma a bondade do meu coração. Apenas é olhar mais nítidamente... Estou feliz com os amigos que ganhei durante este ano, a aproximação que ocorreu.

Também mudei um pouco espiritualmente e cultamente, comecei a dar mais importância a leitura como a escrita, na qual agradeço a blogsfera em si ( o meu cantinho, como as pessoas que aqui estão, não vou nomear nomes porque acho que sabem de quem falo), cresci na razão de ser livre dos coméntarios das pessoas, uma coisa que a Cláudia de 2015 não era, mas neste ano aperfeiço-ei isso consegui finalmente sentir me livre de tudo, apenas mostrar-me sem contimentos ao mundo... Espiritualmente mudei um pouco a forma da criança que existe em mim de pensar, porque sim ainda sou apenas uma criança. Uma criança que gosta deste mundo e de aqui escrever, mas que no fundo isso não pode corresponder ao que serei daqui a 5 anos...

Acho que essa foi a minha reflexão pessoal de 2016, apenas superficial mas sei que guardo este ano como fim de uma etapa no meu coração e agradeço-lhe sobretudo a ele.

2016 é como um livro preenchido até a página 366 de coisas minhas, só minhas, fases marcadas e não. Escolhas, sinceramente agreço a este ano de conseguir fazer uma escolha ou de ela se ter realizado.

Obrigado 2016!!!

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Beijinhos da Only one Girl

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