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How Everything Changed?

How Everything Changed?

12
Ago16

Segundos perfeitos

Por entre os segundos libertos que olhava pelos teus olhos, os olhos castanhos profundos que por todo me transmitiam calma e paz. Quando não te apercebias, mesmo quando todo dentro de mim me efervescia. As emoções flutuavam sobre mim como nunca sentiria, um rumo tão grande vindo de mim de emoções. O teu toque para mim era como uma corrente elétrica na qual sentiria permanentemente quando me tocavas, não morria com está descarga de energia mas o meu estômago andava completamente as voltas. Eram os segundos mais perfeitos que alguma vez poderia ter tido contigo. Os únicos segundos na qual podia achar que isto podia acontecer para sempre. Segundos esses que recordava com toda a reconstituição do passado, imagens bem nítidas como se fosse o presente que não acontece. Imagens fixas na minha mente, como um post-it bem destacado no quadro de cortiça. Mas depois destes segundos, onde os teus olhos se virarem para o lugar o aposto todas essas emoções saiam ( felizes) e desembarcavam a tristeza o vazio todo o que nesta fase predominava. Quando o teu toque desaparecia da minha pele como água a evaporar, lentamente que julgando por mim me doía. Se de eliminar até presença irregular de segundos. Minutos depois nada mais sentia se não emoções tão fortes como eu própria. Restava-me abanar a cabeça e sacudir os meus cabelos, e integrar-me na conversa que tínhamos ou se não concentrar-me em algo. Mesmo que quisesse ver aqueles olhos castanhos de novo, a sua voz a ecoar-me na minha cabeça e o seu toque que me eloquência. Não o acontecia e era melhor assim. Por alguns minutos deixava de pensar nisto, mesmo me vindo embater com isto de vez em quando... Mas depois todo voltava de novo, a sua voz que me concentrava tanto na qual nem tem descrição quando a voz dele existia as outras apagavam-se do mundo. Tantas vezes me fez sentir um conforto tão mas tão grande uma paz dentro de mim ficava alegre, mas segundos depois o mundo caía me em cima e ganhava empurrava-me destruindo cada órgão dentro de mim, que não me matava nunca. O objetivo em si não era me matar mas me magoar compulsivamente. Era eu que criara todo isto, as emoções todo... Somente tinha eu este poder de acontecer, nada a uma pessoa sem sentimentos por ela o faria acontecer. Não tinha a culpa dos sentimentos que tinha por ti ( mesmo que muitas vezes me parecias que culpavas ). Não era assim tão fácil eliminar tal sentimentos tão fortes. Nem tu de não gostares de mim, por mim naquela altura a tua amizade me restava. Amizade tal que se foi perdendo como algo que tinha fim mas lentamente iam se desaparcendo mesmo sem o saber. Foram estás emoções tais que destruiram está amizade.

*eu sei demasiado lamechas...

Beijinhos da Only one Girl

 

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