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How Everything Changed?

How Everything Changed?

18
Nov17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 12 (último)

Sthpen sentira que era demasiado tempo espera, delicadamente foi até a sua casa de banho e viu aquele sangue, aquele pesado sentimento e leu a carta com as mãos a tremerem e chorou, realmente chorou agarrado a ela. Não fazia-lhe garantir que se viesse um segundo antes ela estaria viva, mas não deixara-se de culpar. Ele realmente brincava. Nõa era como para Jonh que era um simples brinquedo...

Todos aqueles dias depois do seu funeral, foram sombrios, mas principalmente até ela ter sido cremada, foi muito díficil para Sthpene encarar que não a podia reviver, que já teria matado duas pessoas na sua medrique vida. O seu pai e a sua maior amada que sempre amara. No céu ele sabia que ela ajudava-lhe e sussurava-lhe que ia ficar perto dele. Mas ele queria ir ter com ela.

Os seus pais percorreram a medo até a igreja, eles iam com o seu filho nos braço, quando sthepen encarou a sua mãe com raiva. Eramuito parecida com Rita, ela precisava tanto deles... "Lamento muito, nós perdemos-a, não sabíamos onde ela estava, procuramos-a e nunca encontramo-a... Só assim... Desculpa filho..." a sua mãe pronunciou-o abraçando se a Sthepen. Ele perguntou se poderia pedir para pegar o seu irmão, acarinhou-lhe a sua carinha, ela iria ama-lo tanto... Sthpen pensava, não consiga mais estar ali... 

Naquele dia deixou se ficar até tarde naquele rio, naquele beijo, naqueles pensamentos, entregou-se a ela e ela a ele. Nunca a esqueceria ele saberia-o, mas também não podia morrer, ela pedia-o nos seus sussurros...

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Espero que esta história faça-nos perceber melhor o valor das pessoas que temos a nossa volta, termos de as acarinhar e percebe-las. Nem sempre um só amar faz-nos feliz, ás vezes precisamos de apoio. Que não conseguimos encontrar.

Obrigado por todo o feedback durante a história.

Espero que tenham gostado.

Querem uma nova história aqui no blog?

Beijinhos da Only one Girl

13
Nov17

Outra face de ti

A chama que conservas dentro do teu coração, dizias-me que não poderias amar, que para ti não era seguro. Beijar-te por entre os meus cabelos e boca. Dizias-me que não quando implorava-te por ti, apenas por ti. Deixa-me tocar-te por entre os teus contornos mais bonitos e preenchidos. Não me vais fazer mal, prometo-te. Está tudo bem, eu poderia-lhe sorri mas ele não acreditava em si próprio. 

Só queria beija-lo, morde-lhe aqueles lábios carnudos que tanto amava. Ele amava-me as suas sombras perseguiam-no, tinha medo de ele próprio. Do que poderia me fazer por debaixo do calor do copo dos dois, quando o primeiro toque viesse de mim, dos meus dedos a contornarem as suas tatuagens. Enquanto ele beijava-me por entre aquela chama.

Ele não queria que eu me entregasse a ele, ele tinha medo de tornar-se perigoso. Mas não temia quando todas as noites entregava-se a mim. Deixava-me tocar-lhe por baixo da sua habitual sweart. Ele sorria-me e simplesmente acarinhava os meus cabelos. Poderiam dizer que não era amor, mas ali só encontrava o mais puro amor. Ele protegia-me sem nunca me tocar, insistia nisso. Quando pronunciava ser perigoso, só queria pegar-lhe nos seus braços e entregar-me a ele. Dizer-lhe para ser perigoso em mim.

Não saia de fantasias que envergavam na minha mente, sabia que tinha de respeitar a sua decisão, ele era quem eu amava e por mais que quisesse, ele não podia. Ele sabia, os seus limites mas eu nao os conhecia nem conhecia até onde podia chegar, pelo amor! Estava tudo entregado ao destino, quando a sua chama iria envolver os nossos dois corpos perdidos. Que imploravam um pelo outro. Pelo peito do outro, por ouvir o seu coração nu e todos os seus sentimentos. 

Poderia acontecer, ma até lá sou uma rapariga viva, depois não sei mais...

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Beijinhos da Only one Girl

11
Nov17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 11 (Penúltimo)

Algo parecia nao estar bem entre o meu cerebro ele estava estranho, mas adormecera antes de tentar perceber.

Quando acordei estava tudo novamente igual, mas ele não estava lá e uma luz negra fazia sentir-se da rua, era a noite portanto. Não estava muito bem, nem em consciência nem em mim. Não sabia nada do que fazer, só queria saber reconhecer a verdade. Algo na minha mente barlhava-me continuamente quem era o meu amor? Quem era eu? O que fazia aqui?

Eu sabia que queria morrer, queria que o obscuro que sentia saísse de mim, mesmo que fosse pela forma mais dolorosa. Não sabia se neste momento, eu poderia resistir a dor que sentia. Todo em mim estava muito baralhado, entre o Sthpen e o Jonh, quem eu amava? Quem eram os meus pais, porque não estavam simplesmente comigo a dar-me a mão!? Eu preciso tanto deles, eu sussuro-lhes a noite mas não ouço nenhuma resposta, nem do céu... Por favor, digam-me o que eu fiz para merecer tudo isto de mau? 

Sthepen... Era quem eu amava... Passei todo o resto da noite em branco, só sabia que não queria mais viver, mas queria-o ver, queria simplesmente o ver. Mas como saberia eu que ele me iria visitar, que se lembraria de mim, quanto tempo eu estaria aqui, será que alguém podia-me socorrer? Quanto tempo é que dormi?

Vi todas as fases do dia, até chegar as nove da manhã, o nascer do céu com cores a sobreporem-se ao azul e negro do céu. Um raio de esperança por cada milhões de raios de desanimo. Como venceria algo assim? A esperança ganhou, mas só mesmo na natureza porque comigo não aconteceria. Ás nove horas, ele chegou, finalmente poderia ter esperado mas ele estava ali bem a mnha frente. O sol já iluminava todo o quarto com tons parecidíssimos, ele envergava uma sweart preta, umas calças e um boné também pretos. Trazia um casaco que parecia de uma rapariga no seu braço, em tons de azul e preto. Ele dirigiu-se a mim com um sorriso:

-Rita...

-Sthepen... Desculpa ontem eu confundi-te com o teu irmão, desculpa-me.

-Está tudo bem, minha princesa.- disse ele beijando-me a cabeça e sentando-se perto de mim.

Um silêncio desconfortável ficou naquele quarto, que supreendentemente tinha sozinha, perguntei-lhe:

-Onde estou?- agarrando nas suas mãos, ele começou-me a fazer festas até finalmente responder-me

-Tu estás num hospício querida, mas esta tudo bem. Vamos ultrapassar, tudo, juntos.- disse ele dando grande superioridade ao tudo- Estará sempre tudo bem se tivermos juntos. Está bem luzinha?

Eu não sabia o que lhe dizer, sabendo tudo o que queria e tinha planos de fazer... Mentir-llhe? Fazê-lo a sua frente? Não sabia simplesmente, mentir-lhe não era justo não depois de tudo o que fez comigo. Eu levantei-me delicadamente para ir a casa de banho, arranquei o suporte que segurava o papel higiénico com toda a minha força. E simplesmente pressionei-o no meu corpo. 

"Eu não conseguia aguentar mais, não sabem o quão díficil é, ás vezes precisamos que mias de uma pessoa nos ame, precisamos de ter amigos e pais, amor de pais. Eu precisava disso. Não sei, mas se calhar foi tarde de mais, mas se calhar nem pensavam-me procurar.

Perdoa-me Sthpen, tu que foste a única pessoa que realmente me amou, perdoa-me

Obrigado por tudo"

Dei-me ao trabalho de o escrever e deixar bem visto, para que houvesse uma explicação.

O resto já sabem, se calhar não ser eu a explicar, o mundo não foi bom para mim. Não consegui simplesmente aguentar.

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Sim é verdade, já é o penúltimo capítulo. Espero que gostem deste hoje.

Sei que é muito grande para o normal, mas na semana passada não consegui desenvolver, o quanto queria,

Portanto hoje é mais :)

Esperavam? O que acham que se vai basear o final?

Faço-vós uma pergunta querem uma outra história aqui no blog?

Beijinhos da Only one Girl

 

04
Nov17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 10

Acordei amarrada com algo que prendia-me todos os movimentos parecia cordas a amarrarem-me, sentia me distante e que estava longe de todo o mundo. Era fascinante como podiam fazer alguém louco, mas eu não era louca. Precisa da minha mãe perto de mim, eu só queria...

Comecei a tentar desmarrar as seringas que me drogavam ainda mais que queri drogar, tenta marcar-me tentava acabar com a minha vida, até novamente selarem-me e prenderem-me num estado de pressão e tensão. Acumulava-se sobre mim, apenas queria prender as minhas mãos e beliscar-me. 

O Stephen... Tudo o que... o Sthpen, tudo o que ele tentou-me ajudar tinha ido por água abaixo, ele merecia alguém tão melhor que eu, preciso de estar na escuridão, mas não preciso que ele se preocupe comigo. A luz não é para mim, sabia-o.

*************

-Jonh...- disse eu quando os seus olhos encontraram os meus logo a seguir de ter apagado, por todas as drogas que me davam

-Rita, és tão linda, já tinha tantas saudades tuas, amo-te...- disse ele com uma grande paixão nos seus olhos

-Também te amo, Jonh. Desculpa-me por tudo o que tenha feito, és incrível. 

Ele acarinhou me delicadamente os cabelos e a cara, mas o sono aponderou-se por mim sem lhe conseguir resistir, mesmo querendo acarinhar-lhe toda a sua cara e cabelos. Ele era tão lindo.

-Jonh- disse eu resistingo ao sono

-Sim meu amor?

-Quero ficar sempre contigo, não me deixes meu bem.

-Nunca te deixarei

Algo parecia nao estar bem entre o meu cerebro ele estava estranho, mas adormecera antes de tentar perceber.

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Espero que tenham gostado, sei que não está a ficar muito boa.

Mas prometo tentar melhorar, querem que continue a publicar?

O que acham que vai acontecer?

Espero que tenham gostado

Beijinhos da Only one Girl

23
Out17

Amor

O teu sorriso, o meu refúgio, é como se te respirasse, tu preenchias-me de forma que desconhecia até hoje. Sei que é errado, sei que é errado depender de ti, mas sempre que preciso de ti tu estás lá. Confio em ti sem dizer palavras, confio-te em ti os meus segredos e nenhum foi prununciado. Fazes o meu dia melhor, o amor doi tanto. Ele é estranho, mas amar-te não poderá ser um segredo para o meu coração. Porque doi tanto uma coisa tão bela? 

Custa-me ver todos os meus sentimentos partidos quando outros sentimentos nutrem algo maior com o meu, com resposta. Mas o certo é manter o meu coração em concordância com a minha cabeça em silêncio, não pronunciar alto e continuar-te a amar no silêncio dos susurros doutros sentimentos

Disfarço bem, disfarço mal? O teu sorriso para mim é um rémedio e um veneno, faz-me quer mais, mais de ti, mais de mim. Disfarço o quanto posso, o amor é doloroso, um refúgio, o amor és tu, o que tu não sentes por mim e o que eu daria por ti. Sei de todas as posibilidades, conheço-as, mas foste o primeiro, o primeiro que quis realmente mais, que simplesmente queria contar-te tudo. Como sussuros em segredo prununciados ao pôr-do-sol.

Escondes-os? Se te contar? Ou os meus sentimentos vão deixar de ser meus se tudo for relevado? Este texto é demasiado privado ou tu já sabes de tudo o que sinto, por todos os meus impulsos? Eu não posso culpar-te mas foram os teus olhos, foram os teus toques e os teus olhares que me fizeram apaixonar por ti. 

Sai! Sai daqui, não quero mais que este sentimento me persigua, eu quero concentrar-me quero viver em paz de ti. Queres mesmo, o seu olhar sussurando pergunta-me... E tudo o que tinha posto na cabeça acabava ali e novamente rendida ao seu encanto estava eu.

O maior problema é que não sou uma princesa que não mereço a mão delicada deste princípe...

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Enquanto estava a estudar, veio-meuma ideia muito estúpida a conversa, fazer um texto romântico, com situaçoes fícticias ou não. Nomear algumas bloggers para fazer o mesmo, assim vendo as diferentes opiniões de cada pessoa.

O tema do texto é completamente livre apenas tem de ser sobre um romance, e gostava muito de nomear a Sofia, a Maria, a Simple Girl, a Tatiana, a Twilight e a Bella.

Vai ser um desafio de escolha, se quiseres ou não fazerem. :)

Beijinhos da Only one Girl

21
Out17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 8

Ele fez-me o prometido, levou-me as aulas da manhã. No final da manhã, quando ambas as aulas acabaram, guiou-me até ao seu carro e com muito protesto meu vendo-me os olhos...

Percorremos alguns minutos de puro silêncio no seu pequeno carro apenas ouvia-se alguns barulhos vindo dele, ele ás vezes acariciava-me as pernas e as mãos cuidadosamente e delicadamente, eu sentia que ele ainda culpava-se do irmão e de algo entre nós, mas só queria...:

-A sério Sthepen ainda falta muito?- disse eu como uma criança

-Rita!? Pareces uma criança a perguntar aos pais...- disse ele com ironia e a gozar comigo.

-Quero beijar-te...- estava mesmo a precisas da sua harmonia em mim para me concetar e ajudar sobre tudo, eu vergava as mãos tentado furar a pele e derramar sangue com as minhas unhas. Mas ele impedia-me sempre

-Rita, eu estou aqui bem para ti, nada faz sentido, nada de sangue e morte faz sentido. Tu! Tu mereces a vida...- dizendo-me isso, foi me tirando delicadamente a venda.

Ainda não tinha abrido completamente os olhos quando ele beijou-me delicadamente dando me uma mordida no meu lábio, os seus lábios provocavam-me sempre uma onda de prazer demasiado grande. Ele era a minha ancora, mas também tornava-se o meu pecado. Quando os dois paramos para recuperar o folêgo, uma paisagem incrível tomou conta da minha visão. um pequeno rio via-se nas profundezas da vegetação verde. Algo que é imensamente característico das terras do Norte.

Maças, Laranjas e castanhas caiam por aquele chão imenso de cor, ele sorriu para mim quando viu todo aquele meu espanto e colocou me a frente o exemplar do meu livro favorito, "After", eu sorri. Com o meu coração completamente cheio, amava-o tanto... Ele sabia todos os meus vícios e favoritos.

-Eu prestava-te atenção já antes, eu conheço-te Rita, e quero conhecer-te mais se me deixares...- disse-me ele agarrando a minha mão e percorrendo aquele caminho cheio de uma imensidão de natureza.

Sentei-me delicadamente e ele deitou se ao meu lado pondo a sua cabeça no meu colo enquanto fazia-lhe pequenas carícias e festas na sua cabeça e dava-lhe beijos de juramento eterno. Ele houve uma certa altura em que adormeceu e eu aproveitei para trazer o livro comigo e lê-lo.

Folhei o meu livro, o dia já estava a escurecer quando ele pegou no meu livro e derramou-o para o chão e aponderou-se completamente de mim e dos meus lábios. Eu queria o e ele também...

****

O dia acabou com o seu beijo que me acalmava e com adeus e Olá a sua "avó".

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O que acharam deste capítulo? Sei que foi um pouco grande,

Pensavam que seria outra coisa? Gostaram deste momento assim mais romântico para os dois?

O que acham que vai acontecer?

Espero que tenham gostado,

Beijinhos da Only one Girl

07
Out17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 6

-Eu... Eu não sei ainda bem tudo o que te dizer, lamento imenso mesmo muito, o Jonh nunca me tinha contado quase nada, a tua vida e a dele foram tão díficeis... Fizeste lhe tanto mal e ele ainda assim está aqui e tolera-te...

-Eu sei, eu sei sou uma besta, mas desculpa, não há nada que neste momento eu possa fazer se não faria, faria tudo para corrigir tudo o que fiz, mas não posso fazer nada, nada! Desculpa-me, ele está a tua espera, vai ter com ele por favor... É o melhor que poderás fazer, ele não merece-me... Nem tu a mim!- disse o Sthepen caminhado por aquela estrada que tanto andava a destinar o meu futuro...

-Não é uma questão de escolher, é uma questão do coraçao, de quem o meu coração escolhe e ama mais. E tu, ele nunca entrou em divergência com a minha cabeça, ele sempre disse-me que eras certo que a ti poderia amar-te e tudo ficaria bem. Não sei quem ele escolherá daqui a alguns anos, mas hoje és tu. Posso te dizer com todas as certezas. Amo-te Sthepen.- dizendo eu por fim

-Mas... Mas como é possível? Eu fiz tantas asneiras contigo e com eles... Rita, eu não mereço-te nem farei-te bem.

- Sthepen, tu não escolhes o que ele faz, nem eu, ele escolheu-te a ti e já perdi demasiadas coisas para perder o teu amor. Em relação ao teu passado, também tenho um passado sombrio os dois temos, porque não pegamos na nossa caneta e juntos escrevemos e traçamos o noss destino, a nossa história diferente? Faremos melhor e seremos melhor, está bem?- disse eu com um sorriso na cara, nós os dois nao erámos assim tão diferentes, os dois tinhamos passados sombrios que nos atormenavam- Cabe ao amor escolher o bem e fazer o bem, acredita em mim, no amor e na vida. Tudo ficará bem.- disse eu por fim

-Eu acredito em ti, Rita. Obrigado por seres a única pessoa que depois de tudo o que fiz acredita em mim e confia em mim. Amo-te muito, Rita.- disse ele puxando-me para aquele banco que ainda ontem estava sentada com uma pessoa que realmente não amava como está, está que amo incondicionalmente.

Beijou-me delicadamente, enquanto eu preenchia o espaço restante nas nossas bocas com a minha língua, o beijo transformou-se em intenso e caloroso. Em um toque ele deixava-me a ferver e eu espero que deixara-o também.

Dois dias depois,

Tinha acabado de sair do banho, já me encontrava na instituição e uma carta que apresenta-a, a sua caligrafia estava ali mesmo em cima da minha cama:

"A vida é sombria, o amor delicado, a nossa vida é ainda mais sombria mas como uma enequação ela equilibra-se o nosso amor é delicado,apaixonante e bom. A melhor coisa que tive na minha vida, és a melhor coisa que tive na minha vida. Quando fito os teus olhos, parece que tudo realmente se conecta em mim, de uma forma improvável, mas tão boa, tão nossa e fantástica.

Nunca pensei que poderia te tocar que poderia dizer que o nosso amor é conrrespondido, mas afinal o amor é improvável, supreendente, é a nossa sombra que corre até nos assombrar e completar-se em nós. Obrigado mesmo por ter-te e por me teres restauraod todas as minhas feridas e cicratizes. Remendas o físico e curas o interior, o amor é assim? Assim tão bom? 

Obrigado por tudo, 

Com amor Jonh"

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Espero que tenham gostado deste capítulo,

Este capítulo é assim mais romântico e também com pontos essenciais para o decorrer da história.

O que acham que vai acontecer nos próximos capítulos?

Beijinhos da Only one Girl

30
Set17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 6

Recomeçando novamente o beijo, em poucos segundos o Jonh gritara “Sthepen?”, “És o meu irmão que porra estás a fazer, deves me a mim e tudo a mãe se não estivesses connosco estavas desgraçado como a Rita a querem se matar os dois!!!”

-Jonh! Para lá com isto, está conversa é entre mim e tu, a Rita não tem de ser chamada para este assunto nem insultada!- Ele respirou fundo cerrando os punhos e disse,- Não a percas, se a amas!- disse ele por fim.

-Quem és tu para dizeres-me isso? Meu querido irmãozinho a Rita é somente minha, minha, não roubes-me tudo e sejas estúpido como sempres és.- disse ele agarrando-lhe o colarinho da camisola que envergava.

Eu só quando me apercebi do que estava a acontecer entres os dois, pôs-me no meio dos dois e gritei:

-Eu não de nenhum de vocês, e tu Jonh- disse eu olhando bem fundo para os seus olhos- Desiludiste-me tanto!- disse eu saindo do meio dos dois

 

Quando olhei novamente para os dois irmãos, o Jonh estava em cima do Sthepen a cerrar-lhe murros e a cara do Sthepen escorria sangue. Era como se ele estivesse imóvel e levasse todos aqueles murros de livre vontade, porque achava que merecia-o…

-Jonh, peço-te vem aqui, por favor! Vem aqui!- disse-lhe eu, estava em pânico mas não poderia deixar o Sthepen assim a sofrer, o meu verdadeiro amor estendido a sofrer. Mesmo que o ato que fosse fazer contrariasse todos os meus pensamentos.

Desta vez foi eu a puxar o colarinho do Jonh e dar-lhe um beijo, apaixonado e amavél, mesmo sabendo que a quem queria dar era ao Sthepen…

Ele envolveu os meus lábios, como se aquilo estivesse-lhe a acalmar, depois simplesmente foi por aquela descida em pique a correr.

-Rita… Eu amo-te… Mas vai atrás dele, eu já fiz demasiadas asneiras, a reação dele é um mínimo do que fiz…-disse ele sussurrando-me

-Agora, Sthepen, vamos tratar de ti, vais contar-me tudo o que aconteceu e depois vamos arranjar uma solução, está bem?- disse eu agarrando fortemente na sua face.

Ele acenou-me suavemente com a sua cara a escorrer sangue, durante uma hora pelo menos, os dois mantivemos silêncio, eu limpava-lhe as feridas, desinfetando-as e fazendo um curativo ao necessário. Já ele também tentava esconder os gemidos de dor que eu provocava-lhe… Só não sabia o que mais doía se era mesmo o psicológico ou físico…

 

-Promete-me que vais deixar-me falar primeiro, sobre tudo e aí sim primeiro tentas entender-me e depois julgas-me…- disse ele já com os olhos de choro

-Prometo, Sthepen, sempre prometerei tudo o que desejares, amo-te.

-Em primeiro lugar, já sabes de algo que aconteceu… Eu meti-me nas drogas, roubava o dinheiro a minha mãe e ao meu irmão, temos cinco anos de diferença e quando ele tinha 11 anos foi a primeira evidência, do que andava realmente a acontecer comigo. Eu andava a dever dinheiro a eles, e eles vieram cá e desfizeram a cara a minha mãe e o meu irmão estava a ver tudo na cozinha sem se mexer, não sabia o que fazer…- disse ele com lágrimas a escorrer pelos olhos, ele tinha 21 anos e nós os dois 16 anos, doía recordar, mas sabia que não era certo interromper…- Desde deste dia, perdi o meu irmão, perdi tudo, ele começou a aprender artes marciais para se defender. Quando fiz 18 anos a minha mãe expulsou-me de casa mas mesmo assim, ás vezes aqueles tipos vinham lhe chatear e o Jonh defendia a minha mãe, algo que nunca soube…- disse ele com uma lágrima a escorrer pela sua face…- Quando eles deixaram de nós chatear, decidi que tinha de parar, claro que havia uns dias que qualquer coisa era…- ele respirou fundo…- Era um grande protesto para acabar a minha vida, mas desde de que te vi, percebi que tinha de viver por ti, que amava-te. Quando vi-te ali a derramar todo aquele sangue…- disse ele tocando-me no curativo no pulso- Eu senti que as minhas cicatrizes tinham-me dado algum privilegio em ajudar-te. Disse ele mostrando-me todas as suas cicatrizes que lhe emanavam em tudo o seu corpo… Eram realmente muitas.- Não sei quem ganhará o teu amor, mas sei que amo-te e sei outra coisa ainda mais essencial, mereces bem melhor que eu, mereces o Jonh. A sua alma pura, o seu sorriso, eu amo a minha família mesmo que todos acham que não amo-os muito mesmo! Mesmo que eles tenham matado o meu pai… Desculpa por tudo Rita, não quero que tenhas o mesmo desfeito. É melhor mesmo afastares-te de mim como o Jonh faz. Amo-te, apenas não o esqueças…- ele pegou na minha mão beijando-a e saindo pela porta da casa de banho… Eu fiquei ali a olhar para tudo o que rodeava-me e…

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Esperavam que fosse está história dele? Com quem acham que a Rita ficará?

Ficaram supreendidos com o capítulo?

Pensava que iria escrever uma coisas diferente, mas não tenho grande movimento, desculpem

Espero que tenham gostado,

Beijinhos da Only one Girl

 

27
Set17

Que nos reencontraremos novamente #2

E amo-te e sempre amarei...

Quando voltaste, quando os teus olhos sorriam viotoriosos, eu não me consegui conter, disseste a verdade. Estamos juntos novamente, eu só me consegui lançar para os teus braços. Só queria lançar-me para os teus braços, para ti. Sentir-te para nunca mais perder-te, hoje tinha sido eu que esperava horozontes e oceanos por mim, ontem tinhas sido tu. Não seria coincidência a mais, o universo não queria nós juntos? Eu queria tanto, mas e tu?

Queria sussurrar-te ao ouvido tudo o que sentia, mas não o podia fazer, tinhámos de por mãos a o trabalho e vencer a nova guerra com a tua luz. Uma guerra contra a natureza a batalhar com a nossa, a nossa sobrevivencia. Nada nós garantia que íriamos sobreviver os dois ou mesmo que nós iriamos ficar juntos, mas o meu coração pertencia-te, por quantos amores que tive o teu sempre esteve lá. Mesmo quando beijei rapazes ou raparigas, sonhava contigo quando a noite se alistava a mim e o sono se apoderava. Funcionavamos pela guerra, conhecemo-nos nela e quem sabe iríamos perder a nossa vida a lutar...

Quando chamavas-me princesa, com um gozo subtil na voz, eu acreditava que era de coração, porque o teu sorriso sempre lá esteve e o coração nos teus olhos que transpareciam. Era tão bom amar-te, fitar contigo as estrelas, tocar-te. Na guerra tudo valia, mas parece que o que menos valia era o amor verdadeiro pronunciado, esconderia o meu amor por ti por cada sorriso, lágrima que secavas, momento...

Amarei-te sempre, pela guerra, pelas estrelas, pelo céu, por ti, és incrível!

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Beijinhos da Only one Girl

23
Set17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 5

Não valia apena correr, não valia apena tentar atingi-lo saberia que se ele não queria estar ali não estaria, parece que até é estranho mas conhecemo-nos assim ele a fugir de mim como outra vez nos encontramos. Ele estava a tentar, a tentar fazer o que fiz e eu por mais que escondesse sentia que teria de ser eu a salva-lo, naquela noite não preguei olho.

A frase que ele pronunciou com tanta emoção, “eu encontrei tanta luz em ti! Mas eu não posso ter-te não posso!”, ele queria ter-me queria… Eu… Sabia que a minha história com ele era tão maior mas eu namorava com o Jonh e amava-o, esta frase permaneceu na minha mente pela noite inteira. Quando os raios de luz começaram a aparecer iluminando a sala que seria a minha cama por alguns dias comecei a ouvir alguns barulhos da porta de entrada e dirigi-me até lá. Envergava uma t-shirt de cavas brancas e uns calções pretos, saberia que ia ficar com um pouco de frio porque as manhas naquela cidade eram sempre frias, mas não importava-me.

Fitei os olhos dele bem fundo enquanto ele fechava a maçaneta, mas agarrei-a e agarrei também o seu pulso e dirigi-me até ao banco em que ontem passei algumas horas do meu dia (da minha noite mais propriamente).

-Sim? Deixa-me ir dormir, Rita!- disse ele não cheirava a álcool mas sabia que ele não estava propriamente em si, mas nada melhor que uma discussãozinha para o por sóbrio.

- Deixo-te ir dormir? Estiveste a noite toda fora Stephen, toda! Queres o que eu vá dormir para o sofá sem lembrar-me daquela frase que disseste-me?!- desabei eu

-Sim! Sim quero, esquece toda a merd* que eu sou! Esquece simplesmente eu desapareço da vida de toda a gente!- ele ia a descer os degraus mas desta vez não o podia deixar ir, já sabia que já estava bem sóbrio.

-Não Stephen, não, não vou deixar-te ir novamente e não saber de tudo, não vou!- disse eu quase sem folêgo enquanto corria e dizia-o.

Quando cheguei ao alcance dele ele apenas pôs um pé a minha frente que embati com um joelho no chão, mas não ia deixar que algo assim fizesse-o ir. Levantei me novamente e desta vez corri para a frente dele e cerrei os dois punhos e bati no seu peito, dizendo:

- O que se passa comigo, o que se passa contigo? Porque quero tanto aliviar a minha dor de uma vez? Porque queres deixar-me?- disse eu com lágrimas a serem derramadas pela minha face ele apenas abraçou-me fortemente.

-Rita, não vais fazer nada, nada está bem? Está tudo bem, querida. Eu amo-te…- ele disse me aquela frase como se não estivesse em si como se realmente o seu coração estivesse a fala mais alto e eu também respondi-lhe com o coração a falar mais alto

-Beija-me por favor, fa-lo.

Ainda abraçados, ele olhou bem fundo para os meus olhos e soltando-me dos seus braços eu dei-lhe a permissão que procura-la. Quando senti os seus lábios nos meus, parecia que tinha tudo se conectado em mim, lentamente ele agarrou a minha cintura e eu foi puxando-lhe o gorro para o chão e agarrando os seus cabelos. O beijo dele era tão intenso e só queria me fazer deseja-lo ainda mais, queria beija-lo para sempre, ele navegava com a sua língua na minha boca e mordendo o meu lábio. Paramos um segundo para os dois recuperarmos o fôlego mas novamente ele beijou-me.

As suas mãos envolviam a minha cintura delicadamente apesar disso os meus movimentos eram um pouco mais agressivos agarrava-lhe os cabelos com um pouco força, sabia que o fazia ter ainda mais prazer. Os beijos dele e os movimentos eram tão mais livres, agressivos e os do Jonh tão calmos. Mesmo pensando no Jonh não queria parar, o Sthepen fazia-me sentir bem, coisas que o Jonh não sabia fazer-me sentir, e o Sthepen salvou-me.

Quando ele içou-me para por os meus pês na sua cintura eu disse-lhe, “Prometo-te que salveirei-te” ele fitando os meus olhos bem no fundo, apenas disse-me “Se continuares comigo já salvaste-me, és a minha deusa e amo-te”.

Recomeçando novamente o beijo, em poucos segundos o Jonh gritara “Sthepen?”, “És o meu irmão que porra estás a fazer, deves me a mim e tudo a mãe se não estivesses connosco estavas desgraçado como a Rita a querem se matar os dois!!!”

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O que acham que vai acontecer ao relacionamento dos dois?

O que acham que a Rita e o Stephen vão lhe responder? O que acham que vai acontecer?

Espero que gostem,

Beijinhos da Only one Girl

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