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How Everything Changed?

How Everything Changed?

14
Out17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 7

Com passadas meio a medo, percorri o caminho até a escola entrando a medo, a mão do Sthepen agarrava-me com o mesmo sentimento. Ele estava a tirar um curso complementar na minha escola. Depois daqueles cinco dias em que pude simplesmente relaxar com ele, a realidade voltou, as marcas, as cicratizes também. Olhava para elas a medo, puxando as mangas para tapa-lás.

-Princesa, nada é bom nem nada é mau. Está tudo bem...- disse ele dando-me delicados beijos nelas.- Isto uniu-nos, pensa sempre no bom da situação.- pronunciei-o meio a medo, naquele átrio

-Amo-te, Sthepen

Ele sem resposta largou-me as mãos e beijou-me enconstando-me mais a uma parte sombria da escola, a meio de tudo aquele sentimento e estar envolvida nele e no seu beijo e toque, o Jonh...

-Parece que não perdes mesmo tempo, erámos o casal perfeito...- entrou ele de relance naquela esquina.

Onde encontrava-se tambémuma rapariga a ler e outras a conversar... Ele estava com uma cra de que já não dormia a muito e estava mal, mas estava a tentar esconder tudo com a sua "arrogância", era o seu escudo não o podiámos julgar, eu fiz isto com ele... Larguei-me dos braços do Sthepen e disse-lhe olhando bem profundamente para os seus olhos:

- Jonh, eu amei-te e amo-te muito mesmo, nunca esqueças-te disso. És como um irmão para mim, que ajudou-me nos melhores momentos e piores, esteve sempre comigo. Mas... O meu coração não escolhe quem ama mais, se a ele ou ti. Não posso escolher, desculpa me mesmo...

- Oh Rita... Não tem problema nenhum, eu também já esqueci tudo...- voluntariamente e instanteamente levantou-se

Pegou na mão de uma das raparigas do grupo que estava lá envolvendo as mãos na sua cintura e beijando hám era um beijo definitivamente envolvente... Quando o seu cinema acabou, disse-me:

-Nunca foste nada para mim, só uma doente mental...

Eu corri para outra zona o mais rápido que era capaz, mas algo não me deixava. O Sthepen, quando alcançou-me abraçou-me bem profundamento, dizendo-me:

- Rita não te deixes afetar por ele, eu amo-te quando as aulas acabarem vamos a um sítio princesa.- ele respirou fundo e entregou-me um sorriso- Agora vou te levar as aulas e depois os dois vamos sair...

Ele fez-me o prometido, levou-me as aulas da manhã. No final da manhã, quando ambas as aulas acabaram, guiou-me até ao seu carro e com muito protesto meu vendo-me os olhos...

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O que acharam deste capítulo? Vai dar continuedade a minha ideia :)

Onde acham que ele a vai levar?

O que acham que vai acontecer no final?

Espero que tenham gostado,

Beijinhos da Only one Girl

12
Out17

High Strung| Violino

Eco…

Melodias das tuas notas…

Tocadas em mim…

Está personalidade que interpretas…

Parecendo que estás possuído…

A transição que sinto.

A tua transição de notas, no meu corpo é vívida

A intensidade da melodia que ergues

Despertará o que sempre quiseres…

Pará, olha em o teu redor!

Recorda o que sentes, quando tocas.

O modo como me olhas,

A transição que sinto.

A tua transição de notas

A intensidade da melodia que ergues

A minha alma está com sifónia a tua

Cada nota acima do tom,

Apenas me faz preencher a memória.

Recordar.

A forma como tocas-me e o tocas…

A melodia que tens envolvida nas mãos.

A transição que sinto.

A tua transição de notas, no meu corpo é vívida

A intensidade da melodia que ergues

Despertará o que sempre quiseres…

 

Espero que tenham gostado, este texto já tem pelo menos um ano, mas decidi publicar agora.

Recomendo mesmo muito o filme, o que acharam do texto?

Querem que faça mais do gênero?

Beijinhos da Only one Girl

07
Out17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 6

-Eu... Eu não sei ainda bem tudo o que te dizer, lamento imenso mesmo muito, o Jonh nunca me tinha contado quase nada, a tua vida e a dele foram tão díficeis... Fizeste lhe tanto mal e ele ainda assim está aqui e tolera-te...

-Eu sei, eu sei sou uma besta, mas desculpa, não há nada que neste momento eu possa fazer se não faria, faria tudo para corrigir tudo o que fiz, mas não posso fazer nada, nada! Desculpa-me, ele está a tua espera, vai ter com ele por favor... É o melhor que poderás fazer, ele não merece-me... Nem tu a mim!- disse o Sthepen caminhado por aquela estrada que tanto andava a destinar o meu futuro...

-Não é uma questão de escolher, é uma questão do coraçao, de quem o meu coração escolhe e ama mais. E tu, ele nunca entrou em divergência com a minha cabeça, ele sempre disse-me que eras certo que a ti poderia amar-te e tudo ficaria bem. Não sei quem ele escolherá daqui a alguns anos, mas hoje és tu. Posso te dizer com todas as certezas. Amo-te Sthepen.- dizendo eu por fim

-Mas... Mas como é possível? Eu fiz tantas asneiras contigo e com eles... Rita, eu não mereço-te nem farei-te bem.

- Sthepen, tu não escolhes o que ele faz, nem eu, ele escolheu-te a ti e já perdi demasiadas coisas para perder o teu amor. Em relação ao teu passado, também tenho um passado sombrio os dois temos, porque não pegamos na nossa caneta e juntos escrevemos e traçamos o noss destino, a nossa história diferente? Faremos melhor e seremos melhor, está bem?- disse eu com um sorriso na cara, nós os dois nao erámos assim tão diferentes, os dois tinhamos passados sombrios que nos atormenavam- Cabe ao amor escolher o bem e fazer o bem, acredita em mim, no amor e na vida. Tudo ficará bem.- disse eu por fim

-Eu acredito em ti, Rita. Obrigado por seres a única pessoa que depois de tudo o que fiz acredita em mim e confia em mim. Amo-te muito, Rita.- disse ele puxando-me para aquele banco que ainda ontem estava sentada com uma pessoa que realmente não amava como está, está que amo incondicionalmente.

Beijou-me delicadamente, enquanto eu preenchia o espaço restante nas nossas bocas com a minha língua, o beijo transformou-se em intenso e caloroso. Em um toque ele deixava-me a ferver e eu espero que deixara-o também.

Dois dias depois,

Tinha acabado de sair do banho, já me encontrava na instituição e uma carta que apresenta-a, a sua caligrafia estava ali mesmo em cima da minha cama:

"A vida é sombria, o amor delicado, a nossa vida é ainda mais sombria mas como uma enequação ela equilibra-se o nosso amor é delicado,apaixonante e bom. A melhor coisa que tive na minha vida, és a melhor coisa que tive na minha vida. Quando fito os teus olhos, parece que tudo realmente se conecta em mim, de uma forma improvável, mas tão boa, tão nossa e fantástica.

Nunca pensei que poderia te tocar que poderia dizer que o nosso amor é conrrespondido, mas afinal o amor é improvável, supreendente, é a nossa sombra que corre até nos assombrar e completar-se em nós. Obrigado mesmo por ter-te e por me teres restauraod todas as minhas feridas e cicratizes. Remendas o físico e curas o interior, o amor é assim? Assim tão bom? 

Obrigado por tudo, 

Com amor Jonh"

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Espero que tenham gostado deste capítulo,

Este capítulo é assim mais romântico e também com pontos essenciais para o decorrer da história.

O que acham que vai acontecer nos próximos capítulos?

Beijinhos da Only one Girl

30
Set17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 6

Recomeçando novamente o beijo, em poucos segundos o Jonh gritara “Sthepen?”, “És o meu irmão que porra estás a fazer, deves me a mim e tudo a mãe se não estivesses connosco estavas desgraçado como a Rita a querem se matar os dois!!!”

-Jonh! Para lá com isto, está conversa é entre mim e tu, a Rita não tem de ser chamada para este assunto nem insultada!- Ele respirou fundo cerrando os punhos e disse,- Não a percas, se a amas!- disse ele por fim.

-Quem és tu para dizeres-me isso? Meu querido irmãozinho a Rita é somente minha, minha, não roubes-me tudo e sejas estúpido como sempres és.- disse ele agarrando-lhe o colarinho da camisola que envergava.

Eu só quando me apercebi do que estava a acontecer entres os dois, pôs-me no meio dos dois e gritei:

-Eu não de nenhum de vocês, e tu Jonh- disse eu olhando bem fundo para os seus olhos- Desiludiste-me tanto!- disse eu saindo do meio dos dois

 

Quando olhei novamente para os dois irmãos, o Jonh estava em cima do Sthepen a cerrar-lhe murros e a cara do Sthepen escorria sangue. Era como se ele estivesse imóvel e levasse todos aqueles murros de livre vontade, porque achava que merecia-o…

-Jonh, peço-te vem aqui, por favor! Vem aqui!- disse-lhe eu, estava em pânico mas não poderia deixar o Sthepen assim a sofrer, o meu verdadeiro amor estendido a sofrer. Mesmo que o ato que fosse fazer contrariasse todos os meus pensamentos.

Desta vez foi eu a puxar o colarinho do Jonh e dar-lhe um beijo, apaixonado e amavél, mesmo sabendo que a quem queria dar era ao Sthepen…

Ele envolveu os meus lábios, como se aquilo estivesse-lhe a acalmar, depois simplesmente foi por aquela descida em pique a correr.

-Rita… Eu amo-te… Mas vai atrás dele, eu já fiz demasiadas asneiras, a reação dele é um mínimo do que fiz…-disse ele sussurrando-me

-Agora, Sthepen, vamos tratar de ti, vais contar-me tudo o que aconteceu e depois vamos arranjar uma solução, está bem?- disse eu agarrando fortemente na sua face.

Ele acenou-me suavemente com a sua cara a escorrer sangue, durante uma hora pelo menos, os dois mantivemos silêncio, eu limpava-lhe as feridas, desinfetando-as e fazendo um curativo ao necessário. Já ele também tentava esconder os gemidos de dor que eu provocava-lhe… Só não sabia o que mais doía se era mesmo o psicológico ou físico…

 

-Promete-me que vais deixar-me falar primeiro, sobre tudo e aí sim primeiro tentas entender-me e depois julgas-me…- disse ele já com os olhos de choro

-Prometo, Sthepen, sempre prometerei tudo o que desejares, amo-te.

-Em primeiro lugar, já sabes de algo que aconteceu… Eu meti-me nas drogas, roubava o dinheiro a minha mãe e ao meu irmão, temos cinco anos de diferença e quando ele tinha 11 anos foi a primeira evidência, do que andava realmente a acontecer comigo. Eu andava a dever dinheiro a eles, e eles vieram cá e desfizeram a cara a minha mãe e o meu irmão estava a ver tudo na cozinha sem se mexer, não sabia o que fazer…- disse ele com lágrimas a escorrer pelos olhos, ele tinha 21 anos e nós os dois 16 anos, doía recordar, mas sabia que não era certo interromper…- Desde deste dia, perdi o meu irmão, perdi tudo, ele começou a aprender artes marciais para se defender. Quando fiz 18 anos a minha mãe expulsou-me de casa mas mesmo assim, ás vezes aqueles tipos vinham lhe chatear e o Jonh defendia a minha mãe, algo que nunca soube…- disse ele com uma lágrima a escorrer pela sua face…- Quando eles deixaram de nós chatear, decidi que tinha de parar, claro que havia uns dias que qualquer coisa era…- ele respirou fundo…- Era um grande protesto para acabar a minha vida, mas desde de que te vi, percebi que tinha de viver por ti, que amava-te. Quando vi-te ali a derramar todo aquele sangue…- disse ele tocando-me no curativo no pulso- Eu senti que as minhas cicatrizes tinham-me dado algum privilegio em ajudar-te. Disse ele mostrando-me todas as suas cicatrizes que lhe emanavam em tudo o seu corpo… Eram realmente muitas.- Não sei quem ganhará o teu amor, mas sei que amo-te e sei outra coisa ainda mais essencial, mereces bem melhor que eu, mereces o Jonh. A sua alma pura, o seu sorriso, eu amo a minha família mesmo que todos acham que não amo-os muito mesmo! Mesmo que eles tenham matado o meu pai… Desculpa por tudo Rita, não quero que tenhas o mesmo desfeito. É melhor mesmo afastares-te de mim como o Jonh faz. Amo-te, apenas não o esqueças…- ele pegou na minha mão beijando-a e saindo pela porta da casa de banho… Eu fiquei ali a olhar para tudo o que rodeava-me e…

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Esperavam que fosse está história dele? Com quem acham que a Rita ficará?

Ficaram supreendidos com o capítulo?

Pensava que iria escrever uma coisas diferente, mas não tenho grande movimento, desculpem

Espero que tenham gostado,

Beijinhos da Only one Girl

 

28
Set17

Review: Livros que ando a ler #2 (Revista: Maria Vaidosa)

Olá :)

Hoje trago-vos mais um post sobre livros que sabem que adoro ler, tem andado um pouco "abandonado" aqui pelo menos sobre livros o blog. Mas hoje trago-vós um livro e uma revista que adorei completamente ler, por isso vamos lá:

  1. Deixa-me ir, Gayle Forman

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 Maribeth é mãe de gémeos e esposa de Jason, onde trabalha com a sua grande amiga Ellizbeth numa revista de moda. Com tanta preocupação e stress em cima dela, acontece que em um momento ela não consegue mais acumular tudo. Com tudo o que aconteceu e acontece nem consegue ela bem perceber o que está a sentir, que está a sentir um ataque de coração.

Na sua recuperação, com Jason e a sua mãe adotiva a porem só mais preocupação em cima dela, com a ajuda da sua enfermeira decidi ir sair daquela cidade ficar sozinha para conseguir sentir-se calma.

Ela vai para Pittsburg, onde encontra dois jovens carinhosos e muito diferentes Sunita, uma rapariga adotada Indiana e Tood um rapaz Gay. Naqual também os seus namorados vão estar nomeados no livro, com Tood, Miles e com a Sunita Fred.  Vai desenvolver uma grande amizade com estes dois jovens, apesar de ela ter 40 anos. 

Em relação aos cuidados médicos naquela cidade ela vai encontrar o seu médico cardiologista que é um médico viúvo, na qual ela vai se envolver, nada mais que três beijos não cientes por parte dos dois.

Ela depois de um mês ganha coragem, já que deixou uma carta impulsiva a Jason a dizer para não lhe contactar. Ela manda-lhe um email, em que vão desenvolvendo a sua antiga relação e vai tudo correr melhor com os dois.

Ela encontra um site com pesquisa para filhos e pais adotivos. Com medo de ser génetico os problemas de coração e temendo a saúde dos filhos. Em que ela desenvolve uma grande amizade com Janice a senhora que admistra este site, na qual vão perceber que realmente a família tem situações cardíacas. Ela teme ter tido mais um ataque cardíaco, mas foi apenas do comer por isso decidi voltar para a sua família. 

Eu achei um livro fantástico e fiquei completamente presa a leitura dele, por que é um livro muito diferente daqueles que leio, mas que adorei, recomendo imenso :)

        2. Revista: Maria Vaidosa

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 Quem acompanha os projetos da Maria Vaidosa, sabe que saíu a sua primeira revista, que fala de diversos temas. É uma revista tremistal e ronda os seus 5 euros, acho que é um valor até reduzido para a qualidade que a revista apresenta :)

Mas bem quem viu um dos vídeos dela, reparou que ela pediu que lhe contássemos algumas histórias inspiradoras. Saíu nesta edição uma história, de uma rapariga que era bailarina, não vou dar muito spoleir. Mas a história é demasiado linda.

Também conta a participação da Sofiabbeauty e a Alice Twenirad, que ficou muito mais amorosa e carinhosa com a participação das duas. Também tem duas entrevistas com pessoas que não conhecia, mas fiquei muito curiosa mesmo. Fala de algumas dicas de moda, cabelo, beleza e tendências. Dá também algumas dicas sobre fotografias, instagram, tecnologia e informática. 

Eu gostei imenso esta revista e quero continuar a ler estas edições dela.

E vocês? Já leram a revista dela?

Já leram o livro?

Espero que tenham gostado,

Beijinhos da Only one Girl

 

 

27
Set17

Que nos reencontraremos novamente #2

E amo-te e sempre amarei...

Quando voltaste, quando os teus olhos sorriam viotoriosos, eu não me consegui conter, disseste a verdade. Estamos juntos novamente, eu só me consegui lançar para os teus braços. Só queria lançar-me para os teus braços, para ti. Sentir-te para nunca mais perder-te, hoje tinha sido eu que esperava horozontes e oceanos por mim, ontem tinhas sido tu. Não seria coincidência a mais, o universo não queria nós juntos? Eu queria tanto, mas e tu?

Queria sussurrar-te ao ouvido tudo o que sentia, mas não o podia fazer, tinhámos de por mãos a o trabalho e vencer a nova guerra com a tua luz. Uma guerra contra a natureza a batalhar com a nossa, a nossa sobrevivencia. Nada nós garantia que íriamos sobreviver os dois ou mesmo que nós iriamos ficar juntos, mas o meu coração pertencia-te, por quantos amores que tive o teu sempre esteve lá. Mesmo quando beijei rapazes ou raparigas, sonhava contigo quando a noite se alistava a mim e o sono se apoderava. Funcionavamos pela guerra, conhecemo-nos nela e quem sabe iríamos perder a nossa vida a lutar...

Quando chamavas-me princesa, com um gozo subtil na voz, eu acreditava que era de coração, porque o teu sorriso sempre lá esteve e o coração nos teus olhos que transpareciam. Era tão bom amar-te, fitar contigo as estrelas, tocar-te. Na guerra tudo valia, mas parece que o que menos valia era o amor verdadeiro pronunciado, esconderia o meu amor por ti por cada sorriso, lágrima que secavas, momento...

Amarei-te sempre, pela guerra, pelas estrelas, pelo céu, por ti, és incrível!

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Beijinhos da Only one Girl

23
Set17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 5

Não valia apena correr, não valia apena tentar atingi-lo saberia que se ele não queria estar ali não estaria, parece que até é estranho mas conhecemo-nos assim ele a fugir de mim como outra vez nos encontramos. Ele estava a tentar, a tentar fazer o que fiz e eu por mais que escondesse sentia que teria de ser eu a salva-lo, naquela noite não preguei olho.

A frase que ele pronunciou com tanta emoção, “eu encontrei tanta luz em ti! Mas eu não posso ter-te não posso!”, ele queria ter-me queria… Eu… Sabia que a minha história com ele era tão maior mas eu namorava com o Jonh e amava-o, esta frase permaneceu na minha mente pela noite inteira. Quando os raios de luz começaram a aparecer iluminando a sala que seria a minha cama por alguns dias comecei a ouvir alguns barulhos da porta de entrada e dirigi-me até lá. Envergava uma t-shirt de cavas brancas e uns calções pretos, saberia que ia ficar com um pouco de frio porque as manhas naquela cidade eram sempre frias, mas não importava-me.

Fitei os olhos dele bem fundo enquanto ele fechava a maçaneta, mas agarrei-a e agarrei também o seu pulso e dirigi-me até ao banco em que ontem passei algumas horas do meu dia (da minha noite mais propriamente).

-Sim? Deixa-me ir dormir, Rita!- disse ele não cheirava a álcool mas sabia que ele não estava propriamente em si, mas nada melhor que uma discussãozinha para o por sóbrio.

- Deixo-te ir dormir? Estiveste a noite toda fora Stephen, toda! Queres o que eu vá dormir para o sofá sem lembrar-me daquela frase que disseste-me?!- desabei eu

-Sim! Sim quero, esquece toda a merd* que eu sou! Esquece simplesmente eu desapareço da vida de toda a gente!- ele ia a descer os degraus mas desta vez não o podia deixar ir, já sabia que já estava bem sóbrio.

-Não Stephen, não, não vou deixar-te ir novamente e não saber de tudo, não vou!- disse eu quase sem folêgo enquanto corria e dizia-o.

Quando cheguei ao alcance dele ele apenas pôs um pé a minha frente que embati com um joelho no chão, mas não ia deixar que algo assim fizesse-o ir. Levantei me novamente e desta vez corri para a frente dele e cerrei os dois punhos e bati no seu peito, dizendo:

- O que se passa comigo, o que se passa contigo? Porque quero tanto aliviar a minha dor de uma vez? Porque queres deixar-me?- disse eu com lágrimas a serem derramadas pela minha face ele apenas abraçou-me fortemente.

-Rita, não vais fazer nada, nada está bem? Está tudo bem, querida. Eu amo-te…- ele disse me aquela frase como se não estivesse em si como se realmente o seu coração estivesse a fala mais alto e eu também respondi-lhe com o coração a falar mais alto

-Beija-me por favor, fa-lo.

Ainda abraçados, ele olhou bem fundo para os meus olhos e soltando-me dos seus braços eu dei-lhe a permissão que procura-la. Quando senti os seus lábios nos meus, parecia que tinha tudo se conectado em mim, lentamente ele agarrou a minha cintura e eu foi puxando-lhe o gorro para o chão e agarrando os seus cabelos. O beijo dele era tão intenso e só queria me fazer deseja-lo ainda mais, queria beija-lo para sempre, ele navegava com a sua língua na minha boca e mordendo o meu lábio. Paramos um segundo para os dois recuperarmos o fôlego mas novamente ele beijou-me.

As suas mãos envolviam a minha cintura delicadamente apesar disso os meus movimentos eram um pouco mais agressivos agarrava-lhe os cabelos com um pouco força, sabia que o fazia ter ainda mais prazer. Os beijos dele e os movimentos eram tão mais livres, agressivos e os do Jonh tão calmos. Mesmo pensando no Jonh não queria parar, o Sthepen fazia-me sentir bem, coisas que o Jonh não sabia fazer-me sentir, e o Sthepen salvou-me.

Quando ele içou-me para por os meus pês na sua cintura eu disse-lhe, “Prometo-te que salveirei-te” ele fitando os meus olhos bem no fundo, apenas disse-me “Se continuares comigo já salvaste-me, és a minha deusa e amo-te”.

Recomeçando novamente o beijo, em poucos segundos o Jonh gritara “Sthepen?”, “És o meu irmão que porra estás a fazer, deves me a mim e tudo a mãe se não estivesses connosco estavas desgraçado como a Rita a querem se matar os dois!!!”

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O que acham que vai acontecer ao relacionamento dos dois?

O que acham que a Rita e o Stephen vão lhe responder? O que acham que vai acontecer?

Espero que gostem,

Beijinhos da Only one Girl

19
Set17

Que nos reencontraremos novamente #1

Terror, escuridão, guerra sobrevoava por nós. Todo a nossa volta era um terror profundo que tínhamos de aguentar sem mais nada a dizer. Nenhuma palavra pronunciávamos sobre a guerra, mas todos sabíamos que mesmo que ela não existisse no ambiente existia dentro de nós, de mim, de ti... Tu não sabias era que eu via a luz para acabar com a guerra em ti, na tua capacidade de liderar, na tua bondade, na tua convicção. Tu eras um líder, do nosso povo, da terra do meu coração.

 Tu partiste, nada nós dizia que poderíamos voltar a ser ao que eras, que a frase, "que nos reencontraremos novamente", iria permanecer verdadeira, que irias beijar a minha face quando voltasses. Tu eras um guerreiro, eu era uma comandante, chamavam-nos aos dois líderes, mas tu qualificavas-te apenas como guerreiro. Eras-o, mas esqueceste-te que eras e és muito mais que isto. Tu tens uma personalidade, um coração, uma bondade! Nunca te esqueças disto, porque é a mais verdadeira das verdades que a minha boca pronunciou.

Tu beijavas-me por meio da noite todas as noites com um abraço, por meio de um beijo carregado de luz que me fazia a ver, que me fazia lutar. Mesmo quando te deixei foi para o nosso melhor, sei que ficaste a olhar por entre os horizontes e oceanos. Mas tu sabias que eu estava sempre contigo, que iria estar sempre pelos teus braços a abraçar-te.

Mesmo que tivesse mil amores, tu permaneceste do início ao fim, salvaste-me tantas vezes que só queria te beijar, mas eu tinha mais amores e tu a tua guerra interior contigo próprio que não era capaz de fazer-te esquecer. Éramos os dois a combater a guerra, sozinhos, mas muitos... E eu amei-te... 

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Beijinhos da Only one Girl

 

16
Set17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 4

3 dias…

Entrei naquela casa um tanto desconhecida, com passos meio a medo, não sabia o que fazer e como comportar-me. Sabia que se olhasse bem fundo para os olhos do Jonh ele daria-me o conforto que precisava e assim o fiz. Aquele olhos bem fundos castanhos, diziam-me sempre tudo o que necessitava. Amava-o como nunca amei ninguém, mas tinha medo…

A mãe do Jonh logo dirigiu-me a cozinha era uma senhora com mais ou menos 40 anos, envergava um avental e um vestido por baixo. Ela era assistente num banco, logo pôs-me á vontade. Apenas perguntei pelo irmão do Jonh:

- Jonh, o teu irmão, o Sthepen?

-Ele está só a acabar umas coisas na escola, ele já vem para casa, Rita.- disse desta vez a mãe dele com um sorriso no rosto dando-me uma festa no cabelo.

Não sabia porque o tinha feito, porque tinha tentado morrer, sabia que tinha causado uma aflição enorme a toda a gente, as pessoas que poderia chamar de família… Sabia e sei que ás vezes fico farta de tudo, que não aguento, que gostava de perceber porque não posso ser amada por uma família como todos são… Custa tanto…

Estava distraída com os meus pensamentos, quando o Jonh tocou-me no ombro dizendo:

-Rita está tudo bem? Sentes-te bem?

- Sim, Jonh…- respirei bem fundo- Estava apenas a pensar em tudo.- disse-lhe desta vez com um sorriso no rosto.

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Estava deitada no colo do Jonh, quando aquele luar aprofundou-se na sua pequena varanda. Ele estava sentado e eu deitada no seu colo ele mexia-me delicadamente no cabelo. As estrelas brilhavam, suficientemente para iluminar o céu e a lua estava em quarto minguante. Ele tentava adormecer-me mas eu estava bem, mas ele não conseguia parar de se culpar por tudo… Ás vezes percebo que se realmente mereço alguém, só faço todos sofrerem por mim…

- Rita, meu amor. Achas que posso ir dormir? A minha mãe já preparou-te o sofá está lá tudo para ires dormir. Mas ainda não queres pois não?- disse ele olhando com um brilho enorme pelas meus olhos.

-Não, ainda não apetece-me ir dormir, Jonh…- disse eu retribuindo-lhe um sorriso.

-Então eu vou buscar-te um livro para entreteres-te, depois tranca a porta Rita.

Depois de três minutos quatro passados ele apareceu na sua varando com um exemplar do romance “A última melodia” de Nicholas Sparks. A maãe dele gostava muito deste autor e também gostava de ler, por isso até calhou bem. Ele deu-me um beijo na testa mas eu puxei-lhe dando-lhe um beijo delicado na boca. os seus lábios eram macios e suaves. Parece que ás vezes ele tinha medo de beijar-me…

 

Por entre aquela noite cerrada, não sei quantas horas teriam passado até quando ele deu-me o livro e embrenhei-me na sua leitura. Sei que quando senti uma mão no ombro o livro marcava as suas primeiras 75 páginas lidas. Só podia ser uma pessoa e eu queria estar com ela…

Olhei bem fundo para aqueles olhos verdes que tranquilizavam-me e disse-lhe:

-Podes sentar-te Sthepen.- disse eu com um sorriso no rosto

Ele era de poucas palavras eu sabia-o, por isso apenas sentou-se no lugar que antes foi ocupado pelo Jonh, perguntando-me:

-Como sentes-te? Rita… Porque foste fazer aquilo?! Porque!- disse ele com um tom de voz mais alto que o seu costume mas fitando bem os meus olhos…

Eu apenas sentei-me com as pernas a chinês e virei-me para ele dizendo-lhe:

-Eu… Eu não sei… Eu já estava tão farta de ver toda a gente com a sua família bens e eu a chorar a cada noite que passava naquele orfanato… É tão difícil, Sthepen!- disse eu com as lágrimas a ameaçarem a sair

-Está tudo bem Rita, está tudo bem nada vai-te acontecer está bem?- sussurrou-me ele no meu ouvido enquanto abraçava-me fortemente. Eu confiava nele, confiava nas suas palavras…

-Porque tu nunca estás em casa, porque “Save me”?- disse eu quando já estava mais calma mas os braços dele ainda reconfortavam-me.

-A vida é difícil Rita, demasiado difícil, eu sou o mau da fita de toda está história, tu sabes isso sentes isso… Mas estás comigo porque o mal atraí sempre todos eu sou só um brinquedo nas mãos do mal…- disse ele com um olhar sincero, bem sincero…

-Tu não és o mal, tu és tão… Tão bondoso, salvaste-me agora deixa-me perceber. Porque “Salve me”- disse eu tocando no seu peito perto do seu ombro onde a tatuagem estava.

Ele respirou bem fundo, parecendo que raciocinava cada palavra que poder-me-ia dizer e pronunciar, não sabendo o que fazer, respirou novamente fundo e desabou:

-Eu preciso que alguém salve-me, como todos precisamos! Preciso que alguém faça-me quer viver, eu encontrei tanta luz em ti! Mas eu não posso ter-te não posso! Preciso que alguém faça me esquecer tudo o que fiz no meu passado, preciso!- ele apenas neste momento estava a tentar desabar tudo dentro de si e eu não estava a conectar todas as peças- Não posso ter ninguém porque posso magoar alguém, não posso conviver, tenho de ser assim simplesmente. Ok?! Rita! Eu não sou como o Jonhzinho, não o só!- disse ele levantando-se indo até a porta, pondo a mão na maçaneta eu apenas disse-lhe:

 

- Abraça-me, por favor.- disse eu quando ele simplesmente foi até mim e abraçou-me fortemente.

-Sthepen está tudo bem, acredita em mim está tudo bem, tu não és o mau da fita, não tens mal dentro de ti, está tudo bem!- ele fitou os meus olhos, eu finalmente senti que ele acreditava em todas as palavras que pronunciava.

-Desculpa Rita, mas eu preciso do fazer…- disse ele descendo aqueles degraus e deixando-me ali sozinha…

 

O que acham que vai acontecer com o Sthepen?

O que acham que vai acontecer? Com o Jonh e o Sthepen e a Rita e os dois irmãos?

Espero que tenham gostado,

Beijinhos da Only one Girl

15
Set17

Escolhi optar pela palavra vida, do que mentira.

Contava passos, contava viagens e histórias, flores e rosas, a minha vida aos olhos de tanta gente parecia perfeita. Mas ás vezes o perfeito não é bom. Ás vezes só queria que alguém dê-se me flores em vez de ser eu a apanha-las e captar histórias com elas. Em vez de comprar bilhetes para aquela categoria completamente só. Para contar uma nova história.

Não sabia que história contaria, um romance que imaginara viver, ou simplesmente o drama da minha vida. Tudo parecia demasiado perfeito para ser verdade, uma autora com um grande nome publicado, poderá dizer-se rica, mas com tanto, tanto ainda para viver. Eu queria viver o que contava por meio daquelas páginas, daqueles rascunhos as luzes da vela e daquela Veneza sob a água.

Queria ter um amor, alguém para dar-me a mão, flores e carinhos a noite, queria olhar com os olhos rezulantes para os meus filhos. Mas isto que aqui escrevo nunca poderá sair, afinal eu tenho uma vida excelente, não é?

Está página deste diário, guarda-se aqui, guarda-se no meu coração, já que a queimarei daqui a poucos segundos, nada poderá sair, apenas a minha imaginaçao pode sair para os livros. Se escrevesse um livro realmente que caracterizasse a minha vida, não seria assim tão bom. Não seria o que as pessoas querem, mas ás vezes eu só quero escrever o que eu quero!

Mas afinal, uma vida imaginaria não é tão mais bonita de se ver escrita, de escrever? De ser vivida, mas eu escolhi não viver uma mentira na minha vida, escolhi optar pela palavra vida, do que mentira. Está sou simplesmente eu, que aqui escrevo, uma rapariga que tirou o curso de escrita criativa e que viajava a procura de um simples pormenor para descrever mais linhas e para alegrar mais vidas.

Gosto do que sou, não gosto é de mentiras.

Com amor,

Para a vida.

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Eu sei que este texto é um pouco diferente, mas saiu-me genuinamente e acho que pode ter uma lição por de trás dele.

Espero que gostem,

Beijinhos da Only one Girl

 

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