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How Everything Changed?

How Everything Changed?

26
Dez17

Tag| Inverno

OLá :)

Hoje trago-vos mais uma tag, desta vez de Inverno já que ele chegou-nos a tão pouquinho tempo. A Tatiana nomeou-me para esta tag portanto vim responder, deixando em baixo só algumas informações:

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REGRAS:

- Mencionar o blog Em Busca de Um Sentido para eu saber quem respondeu e poder ver as vossas respostas;

- Manter a imagem da tag;

- Responder às 10 questões;

- Nomear pelo menos 3 bloggers, para não deixar a corrente quebrar!

 

AS QUESTÕES:

1. O que mais gostas no Inverno?

Pode usar os collants com saias e calções. Como as malhas e as camisolas super grossas que combino com as partes de baixo que referi. Mas, também adoro as vibes e estar muito coffy com mantas e filmes. :)

2. Qual é a tua peça de roupa preferida no Inverno?

 

Camisolas de malha.

3. Qual é a tua comida preferida no Inverno?

 

O frango da minha mãe com arroz.

4. E a tua bebida preferida?

 

Chá preto ou matcha latte ou leite dourado.

5. Para ti o que é um dia perfeito no Inverno?

Um livro com uma manta e a lareira acesa, músicas de Natal também é fantástico.

6. Quando pensas em Inverno, quais são as primeiras 3 coisas de que te lembras?

 

Natal, comida, mantas. 

7. Qual é a tua música de Inverno preferida?

 

Todas de natal, como a All for the Chiristmas da Maria Careh.

8. Qual é a melhor memória que tens desta estação?

 

Passar a vespera de natal, rodeada das pessoas que mais amo, com a lareira acesa e toda aquele ambiente óptimo!

9. Qual é o teu filme de Inverno preferido?

 

Patas Natal, sendo alosivo claro ao Natal.

10. Se eu pudesse realizar um desejo este Natal seria...

 

Poder fazer os outros imensamente felizes.

NOMEAÇÕES:

Sofia

Twi

Maria

Espero que tenham gostado das minhas respostas a tag :)

Beijinhos da Only one Girl

18
Dez17

Conto de Natal- 3ª Capítulo

-Porque… Não consigo dizer-te isto em voz alta… É demasiado difícil, perdoa-me- disse eu puxando a minha cabeça para as minhas pernas.

Os meus olhos começaram-se a fechar e a marejarem-se de lágrimas, tinha sido tudo demais. Eu podia parecer algo super estúpido por tanto chorar e desistir de tudo, mas eu precisava… Precisava de um abraço, um carinho algo que o George não podia dar-me mais. Ele mimava-me com tudo, realmente, mas não sei era um sentimento estranho…

-Hey…- disse ele fazendo-me olhar para ele apoiando-me nos meus cotovelos.-  Anda cá…

Disse ele puxando me o meu braço e fazendo-me envolver no seu abraço… Era… Era isto que precisava e ele finalmente encontro… Tocou nos meus cabelos com uma carícia e no final olhou bem fundo dos meus olhos e disse-me:

- Nunca mais vamos falar do que aconteceu, eu não quero saber do que aconteceu. Vamos simplesmente para outra escola outro sítio, vais esquecer tudo?- Na verdade parecia que ele tinha adivinhado os meus planos e que ajudou-me a confirmar.- O George também vem, vai tudo ficar bem. Nunca mais o terás de ver. Está bem?

- Está bem- disse eu com um sorriso profundamente genuíno e verdadeiro como já não mostrara a muito tempo.

As luzes começavam a acenderem-se em todas as casas e os adereços de natal. Ele sussurrou “este sorriso é tão lindo”, era ele que eu procurava mas não podia simplesmente prende-lo a esta realidade. Ele tinha uma vida, para além de tudo... Como uma rapariga que mal conhecera mudaria-lhe tanto a vida?

-Eu também tenho muitos fantasmas naquela escola, prefiro ir contigo…- disse ele agarrando na minha mão e respondendo aos meus pensamentos.

-É assim tão fácil? Não é demasiado fácil?- disse eu preocupada ainda com a mão dele agarrada a minha

-Não, apenas é difícil o que queremos. O que complicamos em demasia.- disse ele agarrando-me na outra mão e começando a movimentar-me em um género de dança.

Não sei por quanto tempo estivemos ali os dois a dançar e a rodopiar, mas sentia-me liberta a sorrir juntamente com ele. Como um rapaz assim que conhecera… Seria tanto e tão pouco, amor… Quando ambos já estávamos um pouco exaustos ele agarrou-me na mão e como despedida beijou-a indo embora…

Porque em tão pouco tempo, eu consegui amar tanto alguém e alguém a mim… Não era tempo a menos, não estava errado, ele poderia tocar-me? Começava a sufocar com tantos pensamentos negativos por isso simplesmente foi para dentro da minha casa, conservando o seu toque. O seu toque na minha cintura, o seu beijo calmo, os seus lábios na minha mão. Que fantasmas teria também ele, para simplesmente quer ir embora daquela escola. O que esconderia ele de tão diferente que eu?

 

Adormecera entre pensamentos, todos concordamos a ir matricular-nos na escola hoje. Já estávamos de férias. Tínhamos andado os três muito juntos ultimamente, o Austin falávamos nos da sua mãe e como ela estava fora de perigo. O George comentava juntamente connosco as suas conquistas novas. Eu tentava não pensar, para mim era o mais simples e fácil no mundo havia tanto mais mal do que o meu aconteceu. Um dia eu sabia, sabia que podia contar-lhe tudo. Tudo o que sentia por ele, que queria simplesmente afogar-me no seu peito e viver naquele mundo.

Todos a minha volta pareciam saber que amava-o, apesar de não ter proferido nenhumas palavras de confirmação. Andava feliz, esperava pelo seu toque, por um mero toque de engano ou por mais. O George tentava sempre convencer-me a admitir mas não o fazia simplesmente porque não chegava e não estava no momento certo.

-Vamos?- disseram os rapazes em coro a porta da minha casa

-Sim!- disse eu com entusiasmo

Peguei no meu cachecol, nas minhas chaves de casa juntamente com os meus fones e telemóvel. Rapidamente chegamos a escola que viveríamos o nosso último ano, juntos. Tratamos dos papéis da transferência rapidamente e fomos todos almoçar juntos e comer um gelado. Durante o almoço houve um silêncio confortável entre todos nós. A nossa amizade surpreendentemente era a base do silêncio e confiança. Caminhamos até a nossa gelataria favorita, pedi um gelado de oreo, o Austin um de baunilha e chocolate e o George igual. Rapidamente encaminhamo-nos até ao nosso pequeno parque que encontramos nestas férias e começamos a desfrutar dos nossos gelados.

-Aí que delícia…- disse o George agarrado ao seu gelado e o Austin concordou.

Quando provei o meu não gostei lá muito, tinham-se enganado com outro gelado que não gosto, reconhecera.

-Então Hannah, não gostas do teu?- perguntou-me o Austin olhando nos meus olhos como sempre fazia quando falávamos ou não

-Eles deviam se ter enganado no gelado… Não te preocupes.- disse eu virando-me para ele e pondo o meu gelado no lixo

-Come um pouco do meu, eu não me importo.- disse ele com aquele sorriso lindo que amava completamente. Eu discordei e disse-lhe para comer mas mesmo assim insistiu- A sério Hannah come um pouco.

Fiz-lhe a vontade, ele começou a dar-me gelado a boca carinhosamente mas depois ambos uniram-se e começaram-me a sujar de gelado e a fazerem-me cocegas… Sem dúvida que eram momentos óptimos os que passava com eles. Eram as melhores pessoas que poderia ter ao meu lado.

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Espero que tenham gostado deste capítulo

O que acham que vai acontecer no último capítulo?

Já é o próximo

Beijinhos da Only one Girl

17
Dez17

Sombrio... Desculpa!

Não sei onde me encontrar, procuro entro o céu um guia. Recordo as cartas, aquela dor de relembrar o passado assombra-me, o frio que ela provoca-me, faz gelar-me o coração. Sinto como que não era possível mais amar, que não podessem tocar-me, sairia um monstro de dentro de mim. Quando os raios de sol tentavam passar por entre a minha pele, eu escondia-me, o gelo, acustamava-me a sua dor, a sua ferida.

Era como se do meu toque, saísse algo imensamente maligno, eu escondia-me. Tentava tapar-me. Mas quando os olhos dele, navegavam sobre as minhas luvas eu corria sem mais nada. Quando os seus lábios aproximavam-se dos meus eles magoavam-no. Um poder, um terror, uma dor... Era amor verdadeiro, este era o meu problema.

Parecia que a dor convidava-me, a algo, algo muito sombrio. Ele chegava a tempo de me tirar das chamas do fim, ele amava-me e puxaria-me do fogo. Mas um dia, um dia foi tarde demais para ele parar-me, os seus olhos choravam com aquele cenário. O seu coração, pertencia ao meu e o meu ao dele. Ele não poderia interessar-se por alguém que representa a dor e o terror, quando ele era o bem.

No silêncio do terror, ele apenas podia proclamar que amava-me, porque quem tinha toda a culpa era eu. Era fraca, eu só me conseguia ter entregado a dor, a falta de ar, de amor. Quando tudo o que tinha dentro de mim graças a ele, era amor. Podia implorar-me, quando a culpa era a minha essência. Ele pensara descobrir algo dentro de mim que curara-me. Na verdade, não, ele não o encontro. Ele tento convencer-se que curou-me, quando eu sim curei-o do mal que poderia aponderar-se sobre ele. O fogo, a dor, o maligno, afastei-lhe do meu coração e eu amava-o. Mesmo com toda a dor que permancei-a nele.

 

 

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Beijinhos da Only one Girl

16
Dez17

"Onde estão os braços do meu amor"- Capítulo 3

Abri os olhos e aqueles seus olhos verdes estavam tão próximos de mim que assustei-me, ele começou a acarinhar as minhas pernas por baixo do vestido, de uma maneira que apenas queria por me ao colo dele. Eu disse-lhe:

-Como te chamas?

- Pietro

-Pietro, por favor segue-me…

Ele seguiu-me até as profundezas do castelo percorrendo as escondidas todo aquele caminho, quando nos encontrávamos no meu canto, que era o único que estava mais limpo, ele sentou-se, eu sentei-me sobre as suas pernas e disse-lhe:

-Vou ter de escolher, alguém para partilhar toda a minha vida…- ele encarava-me com aqueles seus olhos verdes bem fixos nos meus

-Eu… tu és uma rapariga fantástica… Mas… Adeus…- disse ele deixando me ali quieta e parada sem reação, eu apenas disse-lhe:

-Sabes, eu também gosto de ti…- disse eu com todo o meu coração cheio de paixão

Ele percorreu todo aquele espaço que nos separava e pegou-me na cintura puxando-me para cima. Uniu os nossos narizes e fitou os meus olhos, ele agarrou o meu corpete e perguntou-me:

-Posso beijar-te?

Eu simplesmente pendurei as minhas mãos sobre o seu pescoço envolvendo-as e beijando com toda a paixão que sentira por ele, sentira e sei que era o amor de toda a minha vida, admitia-o. Beijou-o até não ter mais ar e navegava a sua língua pela minha, envolvidos completamente naquele beijo, ele desde daí tomou a posição erguendo-me do chão e eu envolvi as minhas pernas na sua cintura. Ele suportava-me sem resistência e disse-me:

-Não vou avançar mais hoje, não posso, eu tenho medo do que te possa acontecer. Mas não sabes o quanto quero tirar toda esta roupa e navegar o teu corpo com os meus dedos…- disse ele antes de me beijar intensamente novamente.

- Porque não pode ser já hoje? Eu amo-te…

-Alessia também te amo,-disse ele com os olhos fixos nos meus- mas não posso faze-lo já, tu sabes que nós podemos magoar um ao outro se for demasiado rápido. Tudo a seu tempo querida- disse ele navegando a minha cara com os seus olhos.

-Amanhã no barco?

- Sim Alessia- disse ele saindo daquele meu espaço.

Mas puxei-lhe o braço e dei-lhe outro beijo apaixonado, ele sorriu-me no final dele, amava-o para além da razão, mas não era eu que poderia ficar com ele.

Subi para o meu quarto, junto do meu conforto, escrevendo no meu diário:

“Amava-o, amarei-o, não poderei pronuncia-lo em voz alta sem ele ser o meu portador, o portador de toda eu. Entregar-me-ei a ele, mesmo que outro rapaz me preencha e toque primeiramente que ele.

Sabíamos que ambos nos amávamos e isto era o suficiente”

Adormecera naquele dia por debaixo de todos os meus pensamentos e sentimentos, era tão impotente comparando-me a tudo o que sentira por ele.

Quando acordei tudo parecia ter uma cor sombria, a roupa que me escolheram era um vestido preto com o corpete em renda e muito apertado uns sapatos rasos e a minha “criada” apanhou-me o cabelo bem colado a cabeça, sabia qual era o dia de hoje, mas queria mais era a noite dele…

Sentando-me a mesa com todos os príncipes, todos envergavam fardas a representar as suas nações e a minha mãe vestia um longo vestido beje parecidíssimo ao meu. Era hoje que todos eles se sentariam e eu teria de no trono escolher um para escolher para sentar junto a mim no trono. Tudo isto processou, o meu pensamento naquele momento era apenas que não era rapaz nenhum daqueles que queria junto a mim, apenas o Pietro. Esperava sem razão que ele aparecesse e levasse-me, mas não somos Romeu nem Julieta. Portanto o assistente da minha mãe fez-me uma vénia e com a voz bem alta, pronunciou o meu destino:

-A princesa Alessia escolhe…

- Eu vou escolher o Adrien como meu amado para a eternidade…- disse eu pondo o sorriso mais falso que na vida tinha posto.

Os príncipes manteram a sua cara normal acenando com a cabeça, mas o príncipe Adrien foi até ao trono abaixando o joelho e pegou a minha mão:

-Princesa Alessia é com muita horna que te peço para partilhamos toda a nossa vida juntos.- disse ele dando-me a aliança que logo pôs no dedo anelar e ele beijou-me a mão seguidamente.

A minha mãe rapidamente tomou o meu lugar a agradecer aos outros príncipes das outras nações, quando o assistente da minha mãe encaminhou-nos para o meu quarto que iríamos começar a partilhar, dizendo:

- Deixo-vos a vontade, sejam muito feliz.- Fazendo uma vénia fechando a porta.

O dia continuava escuro e muito sombrio, tentava ao máximo fazer um sorriso mas parecera-me completamente impossível, ele envergava uma farda também toda preta com apenas alguns pormenores prateados. Ele tinha um sorriso estranho, falso, pervertido? O que seria? Foi dando alguns passos até chegar-se a minha cama onde estava sentada.

Ele sussurrou-me ao meu ouvido, bem baixinho:

-Vais adorar…- ele estava muito próximo de mim comecei a temer pela minha segurança, o que poderia ele fazer-me?

Ele pôs me as mãos em torno da minha cintura e puxou-me para ele, navegando com as suas mãos as minhas costas de uma forma suave que arrepiava-me em cada toque que fazia, ele começou a puxar os botões violentamente do meu vestido tirando me o corpete de uma vez apenas fiquei de soutien. Aquele gesto assustou-me, eu não queria ter nada com ele, mas não podia negar-me a fazer algo com ele… Não sabia nada… Simplesmente o que fazer…

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Espero que tenham gostado deste capítulo. Digam-me o que tem achado :)

O que acham que vai acontecer?

Beijinhos da Only one Girl

14
Dez17

Conto de Natal- 2ª Capítulo

Depois de ele ter prenunciado este consentimento, apertei melhor o meu cabelo tirando um ganho bem forte que tinha, que acho que é o suficiente para estrair a bala, tirando na minha sweart e rasgando um pouco para cortar a circulação e de modo a não doer tanto. Lavei as mãos e desinfetei o gancho no pequeno riacho que existia. Cuidadosamente, tive de pedir-lhe para tirar as calças, apenas porque era demasiado justas e fiz a maior pressão com a fita que anteriormente cortara. Com o gancho que tinha forte, pós nos dois extremos e empurrei. Os seus gritos de dor eram ouvidos e com razão, a bala estava um pouco enterrada mas felizmente era muito pequena. Tentei fazer um curativo com a restante sweart e ajudei-lhe a vestir as suas calças. O George rapidamente ajudou-me a leva-lo até a minha casa e ao meu quarto, já que os meus pais já não estavam em casa. Ele não disse nada o caminho inteiro, mesmo com a força que ambos estávamos a fazer para suportar-lhe. O dia começou a amanhecer, o George deixou-nos sozinhos enquanto foi fazer um chocolate quente. Estava sentado no meu quarto, eu perguntei-lhe:

-Vais dizer-me o que aconteceu, preciso de saber…- disse eu enquanto foi a minha casa de banho buscar coisas para realmente tratar aquele ferimento.

Quando voltei ele estava com a cabeça baixa e a contar algo, na sua mão, eu pedi-lhe novamente para tirar as suas calças para conseguir fazer realmente o curativo. Ele tirou e começou:

-A minha mãe sofre de violência doméstica por parte do meu pai,- ele começou por dizer enquanto destapava a ferida e começara a por betadine- ele, hoje de madrugada estava completamente bêbado e simplesmente começou a quer bater na minha mãe...- eu assenti puxando o cabelo para trás e prendendo-o, comecei a por a pomada e os processos que nós deram no curso.- Eu não conseguia simplesmente estar mais ver aquilo sem comentar…

-Meteste no meio e o teu pai deu-te um tiro?- disse eu presumindo enquanto tapava-lhe a ferida com uma compreensa.

-Sim… Eu por favor, obrigado. Mas eu não consigo relembrar-me mais deste dia…- disse ele tentando-se levantado.

Eu ainda estava de joelhos e prendi-lhe a perna que estava boa e disse-lhe:

-Não podemos esquecer as coisas, mas sim aceitar.- foi quando o George entrou com o chocolate que ele rapidamente devorou. Eu esperei até continuar.- Não penses que sou uma mimada, porque não sou, podia não ter levado com uma bala na perna mas garanto-te já levei com uma no coração e ainda doi muito. Agora vais levantar a cabeça, assumir o que aconteceu. E o George vai contigo ao seu pai que é polícia e vais fazê-lo por ti e pela tua mãe.

Ele assentiu meio atordoado, eu quando começo a explodir ás vezes torna se difícil de controlar. Mas o George fez o que lhe disse, ele saiu da minha casa agradecendo por tudo. Se calhar nunca mais o veria, mas é bom ter a consciência limpa. Só conseguia deitar a minha cabeça na almofada e recordar tudo, doía tanto, parece que as recordações feriam o meu coração. Mas tinha de ir para a escola e rapidamente encaminhei-me para a casa de banho e arranjei-me.

A escola estava silenciosa em termos de luz e energias mas havia muito barulho, a iluminação escassa como sempre e as grandes muralhas de cacifos que escondiam os maiores segredos e casais de tudo o sempre.

Antes de encaminhar-me para a minha aula de Biologia, vim um rapaz coxo com o George, só podia ser ele… Eles vieram na minha direção e olhei para os olhos dele, perguntando:

-Como te chamas?

-Austin, Austin Luís- disse ele fitando os meus olhos e eu os dele, o seu apelido foi pronunciado com um sotaque colombiano

-Bem, vou para as minhas aulas…- Já não conseguia mais aguentar aqueles clima.

Todos me olhavam por falar com alguém que não o George, ele puxou o meu braço e sorriu-me agradecendo eu apenas esbocei um sorriso. Depois da aula de Biologia foi decorar a minha escola, com alguns miúdos mais novos que eu. Pusemos algumas estrelas a decorar a entrada principal. Ajudei-os a montar o presépio e por fim cantamos um pouco da música de natal da minha escola que já é de a muitos anos, como honra. Quando acabamos, vimos as estrelas iluminadas na fachada principal bem iluminadas e o presépio a dar uma beleza extrema a escola. Aquele presépio foi feito quando eu entrei no meu primeiro ano na escola e eu ajudei a fazer o menino Jesus. Já depois de todos se irem embora recordei todos os momentos, olhando para ele. Quando senti uma mão no meu ombro, virei-me.

-Eu não queria assustar-te desculpa, Hannah. Eu não queria ter-te magoado, perdoa-me. Sabes o quanto te amo. Lembraste de fazê-los juntos?- disse ele apontado para o presépio. Era o… Era o Gustav… Ele tinha-me, tinha-me… Agora está aqui assim…

Só sentia as lágrimas a ameaçarem-me sair, só sei que sai a correr da escola, pegando em todos os meus pertences. Corri, corri sem parar até ao parque onde sentia-me melhor. Um canto isolado. Eu tentava esquecer tudo, todas as recordações, de como ele me tocou. Como a fúria dele despiu-me, estava a sufocar quando pensava em tudo aquilo. Realmente, sentia os braços dele sobre os meus, sentia o tremer que vivi. Eu já não conseguia mais parar, pensar, sentir, só queria nunca mais viver aquilo, não ser mais tocada ou amada.

Senti umas mãos a puxarem-me a cabeça para cima e a olhar para os meus olhos. O George, ele estava ali, abraçou-me com uma força que precisava para acordar do transe. Só naquele momento percebi que realmente era muito tarde mesmo, já toda a cidade estava iluminada e começara o comércio de natal. Os braços do meu melhor amigo, aliviam tudo, ele conhecia-me, sabia-me onde encontrar.

-Obrigado…- disse eu ainda meio em choque olhando para os seus olhos azuis

-Está tudo bem princesa, está tudo bem…- disse ele carinhosamente beijando me a testa.

Ele caminhou comigo ambos abraçados até a minha casa, ninguém disse-me nada sobre ter chegado tarde. Apenas deixaram-me subir para o quatro. Não sabia o que se andava a passar comigo nem a razão de tudo isso. Precisava de um conforto que ás vezes não tinha, do meu melhor amigo, precisava de mais alguém…

Vesti a minha camisola com as mangas bem largas e umas leggins e depois de ter conseguido aliviar o que sentia foi ler um pouco para o meu alpendre com a minha manta pelas pernas e com o meu chocolate quente.

-Hannah… É assim que chamaste não é?- disse Austin

-Sim.- disse eu marcando a página do livro e dando-lhe neste momento total atenção.

- Salvaste-me a vida és uma miúda super corajosa, obrigado mais uma vez. Sinto que daquela vez não tinha agradecido como deveria. Agora diz-me, precisas de desabafar? Tens uma olheiras enormes e pareces tão triste, porque?

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Espero que gostem,

O que acham que vai acontecer?

Beijinhos da Only one Girl

11
Dez17

Conto de Natal- 1ª Capítulo

Fechei os olhos, todos os gritos que afogavam a minha mente, eu tinha de ser de capaz de abstrai-los, não conseguia-me concentrar no meio de tanto barulho. O coração doía-me, realmente, uma dor tão forte, tão potente.

-Filha, cuidado com o teu irmão- que estava as minhas cavalitas- João, querido mete a estrela de natal na árvore.- disse a minha mãe com delicadeza.

Ele conseguiu a por, mas mesmo eu estando a segurar-lhe as suas costas arquearam-se demasiado, se não fosse a minha mãe ele poderia ter-se magoado muito. Mas eu, eu não sabia o que mais fazer. Aquele ambiente naquela sala, estava escuro, faltava-lhe luz. Faltava-lhe algo que não encontrava. Quando dei o meu último olhar, antes de ir para o meu quarto. Via os meus pais com o meu irmão nos braços, os meus avós. A minha cadelinha e todas mais decorações.

Sentia-me como se tivesse partido algo, como se não era capaz de segurar algo nas minhas mãos sem o partir, o rachar… Os livros afogaram todos aqueles sentimentos, era dia 1 de Dezembro ainda tinha imensos testes. Na verdade, eu nem sou isto, este sofrimento, sou só uma rapariga que é boa aluna… Matemática, Biologia, Português, só tinha de esquecer todos, tudo…

Quando olhei novamente para o relógio, já teria de estar a dormir, não a matar-me. Rapidamente enfiei-me nos cobertores, tentando esquecer as mãos dele, as mãos dele, o barulho, o sofrimento…

-Eu não aguento mais, eu não aguento, não consigo…- disse eu gritando fortemente, toda eu tremia.

Não conseguia simplesmente relembrar aquilo que tinham feito-me, rapidamente a minha mãe já tinha chamado o meu melhor amigo que morava na casa do lado. Já estava muito barulho, muita luz, muita agitação…

-George… George….- disse eu não sei quantos minutos depois de ele estar a agarrar as minhas mãos e os meus braços.

-Sim, princesa… Tu estás aqui bem segura comigo- eu só queria que ele ficasse-me ali a acarinhar

-Fica aqui…

Rapidamente os meus pais e ele aceitaram, uma vantagem de ter um melhor amiga que a sua atração sexual não era o sexo oposto. Eu sabia que com ele podia estar segura, ele não iria-me tocar nem abandonar eu sentia-me realmente segura, quando ele beijou-me a testa e abraçou-me. As nuvens e tudo o que poderia sentir aponderou-se de mim.

Acordamos com o despertador que programara, 5:30 apontava. Abanei o tronco do meu melhor amigo e perguntei-lhe:

-Vens correr comigo? Preciso de desanuviar…- com um sorriso impossível para ele resistir

-Sim, deixa-me só ir vestir, também já tinha de ir correr para as provas hoje.- disse ele saindo da minha cama e deixando-me sozinha no quarto.

Eu sabia que podia estar segura com ele, sentia-me segura com pouca gente.

Rapidamente vesti os meus calções de desporto e as minhas calças largas da Nike. Vestindo uma sweart da Adidas com a minha t-shirt da sorte, sai calçando os meus tênis para o alpendre. Onde o George esperava-me calmamente com as suas calças cinzentas da Nike e sweart preta que lhe tinha dado.

Começamos a correr ambos em silêncio, pela beira da floresta que envergava a cor verde que garantia o selvagem ao coração da cidade. Ambos estávamos conectados aos nossos telemóveis, para sabermos os dados. Mas conectávamo-nos a nossa velocidade que pisava o chão e aos silêncios e sussurros da natureza.

Já tínhamos feitos alguns metros quando ouvimos alguém ou algo a gemer, perto da beira da floresta. Automaticamente, eu e o George paramos, dizendo-me:

-É perigoso Hannah,- disse-me ele com calma- vá lá, não sofras mais, por favor.- disse ele ouvindo os meus pensamentos.

-George, pode ser algo importante. Isto faz parte do objetivo da minha vida, o sofrimento, o medo, a dor, a tristeza.- disse olhando para ele agora com calma- Vá lá, vem comigo nada vai me acontecer contigo. O meu homem.- disse pegando-lhe na mão. Poderia afirmar que tinha o melhor amigo que poderia ser possível.

O som prolongado estava muito próximo do local onde estávamos, quando visualizei um rapaz agarrado a sua perna, parecia que tinha sido baleado. Rapidamente corri até ao local, abandonando a mão do George. O rapaz era um pouco mais velho que nós, deveria estar a atingir a maturidade, ele gemia, agarrado. Envergava um casaco e calças pretas. Quando cheguei-me perto dele, perguntei-lhe:

- O que aconteceu?- calmamente, tentando analisar de joelhos o ferimento.

-Eu… acho que foi baleado…- disse ele, a sua voz era doce mas estava fraca devido a dor e os seus olhos que se conectaram aos meus eram verdes.

-George liga para o teu pai e para o hospital, eu vou tratando disto como conseguir…- disse eu virada para o meu melhor amigo.

-Por favor… o hospital não, por favor…

-Tudo bem, tudo bem…- naquelas situações tinha aprendido que o melhor era fazer o que nós estávamos a pedir para não complicar a situação.

-George, acho que é melhor ires para o começo da floresta vou mexer em sangue…- disse para ele e ele percebeu. O meu melhor amigo tem um problema com sangue mesmo que queira ser atleta.

Passado alguns segundos ele disse-me:

- O que vais fazer-me?- disse ele a temer, reparara que os seus cabelos eram quase um preto meio acastanhado

- Tem calma, tu não queres que chame o médico, mas alguém vai ter de remover a bala. Eu quero seguir medicina e tenho um curso de algumas coisas básicas. Nomeadamente sei fazer isso. Agora vou precisar da tua colaboração está bem?- ele olhou-me meio desconfiado, mas depois sim é que acenou-me- Confia em mim, ok?

-Ok

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Está é a nova história, que ontem vós tinha falado, espero que gostem.

O que acham e sentem que vai acontecer?

Beijinhos da Only one Girl

10
Dez17

Novidades+ Natal

Olá :)

Eu sei que tenho andando um pouco desaparecida assim daqui e de escrever simplesmente desta forma sem ser as histórias. Mas vou voltar garanto-vos. Com as férias vou ter mais tempo. Tmbém como alguns já possam ter reparado, mudei o template do blog assim para cores mais alosivas ao natal e ao Inverno que já esta quase aí.

Quero fazer-vos a pergunta se gostam :)

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 Como já sabem, eu adoro escrever história e decidi fazer algo que no máximo se pode dizer que é muito arriscado mas vou tentar, a partir de amanhã vou publicar alguns capítulos de uma história de um conto de natal. Espero que realmente gostem muito de ler. Vou dedicar muito empenho nas duas histórias que estão aqui a ser publicadas no blog.

Claro que vou continuar com os meus post's normais e textos.

Quero que por favor, digam me ideiais do que acham que devia melhorar no blog, deveria dar a minha opinião ou querem que escreva ou muda :)

Beijinhos da Only one Girl

09
Dez17

"Onde estão os braços do meu amo"- Capítulo 2

Parei de dançar sacudindo a cabeça tentado esquecer todos aqueles pensamentos, eles não podiam-me estar a percorrer a mente naquele momento, dentro de alguns momentos teria de escolher um príncipe. Desci as longas escadas do castelo, procurando a minha mãe. Ela encontrava-se na sua zona de estar a falar com o seu criado pessoa, como gostara de chamar. Era algo que incomodava-me um pouco, mas prontos eles eram os reis. Cheguei perto da minha mãe e perguntei-lhe:

-Mãe,- fazendo uma vénia- os príncipes já chegaram?

-Sim filha, podes ir para o jardim e escolher um…

“Escolher um…” era mais escolher alguém que tivesse condenada toda a minha vida, a minha mãe continuara delicadamente a dar ordens ao empregado enquanto eu caminhava graciosamente (ou tentara) rumo ao meu destino. Percorri o espaço que me faltara até ao jardim e sentei-me numa borda onde os príncipes estavam em pé. O outro assistente estava lá, para dizer-me os “dados” de cada um.

O jardim do castelo era muito verde e quase sempre um belo sol iluminava as flores virando-se elas para ele, rosas, tulipas, dálias, laranjeiras. Envergavam e preenchiam aquele jardim que recordara deste de muito pequena com carinho e afeto. Lembrara-me de estar sentada lá, com Clara a contar-me uma história e a fazer-me tranças, ela realmente foi a minha mãe.

- Menina, podemos começar?- o assistente da minha mãe assustando-me enquanto estava sobre os meus pensamentos

-Claro…- disse eu tentando fazer um esforço para sorrir

-Então este é o príncipe da Inglaterra, chama-se George.- apresentando ele um rapaz encantador que me pedira a mão e beijou-a. Era alto tinha olhos azúis e um corpo constituído, mas parecera-me arrogante com o seu olhar.- Este é o príncipe Matteo, da Espanha.- um rapaz magro mas alto e com uns olhos surpreendentemente cinzentos e verdes cumprimentou-me com uma vénia, parecia ter um bom coração.- Princesa, este é o príncipe da Bélgica, o príncipe Adrien.- um rapaz que parecera lindo e encantador, com os seus olhos castanhos quando beijou-me a cara transmitiu-me uma má energia.

-Obrigado a todos, espero que tenham uma boa estadia aqui em Veneza.- disse eu fazendo uma vénia a cada um deles e o assistente da minha mãe completando-me:

- A princesa Alessia escolhera-a um de vós até amanhã, obrigado a todos.

Percorri aqueles jardins verdes do castelo, quando todos foram embora, fazendo um do li tá para descobrir qual era o que iria escolher. Podia ser o príncipe Adrien, dava oportunidade assim a alguém de ter algum rapaz bom nas suas vidas e eu aguentava bem com o mal. Comecei a dançar por aqueles campos, saltando duas a três vezes de pernas juntas. No último salto umas mãos delicadas que conhecera seguraram-me a cintura, rodopiando-me no ar e virando-me para ele… Conhecera-o, pelo seu toque e olhar, aqueles olhos verdes. Eles deixou-me no chão fazendo-me uma vénia e eu peguei na sua mão e levantei-o. De forma a que ele me pudesse rodopiar pelo espaço restante. No final ele puxou-me para o seu peito, de uma forma provocante pondo-me as suas cavalitas e eu comecei a libertar-me de tudo quando ele fazia alguns passos fechando os olhos. Ele sentou-se tirando-me das suas cavalitas e sentou-se junto a mim, percebi tudo isso através do tato, continuei com os olhos fechados.

-Alessia, abre os olhos, por favor- disse ele com a sua voz desta vez carinhosa e delicada.

Imagem relacionada

Espero que gostem, o que acham das duas personagens principais?

Eu sei que o romance parece um pouco "aceralado", mas vão perceber que não :)

Beijinhos da Only one Girl

02
Dez17

"Onde estão os braços do meu amo" Capítulo 1

 Veneza, 1802

Era uma jovem princesa que iria atingir a sua maturidade em menos de 1 ano, antes disso teria de escolher um príncipe para partilhar toda a minha vida, um príncipe que não amasse, mas isso não era algo que importava-me, nunca conheci nenhum rapaz e namora-o não merecia este tipo de amor sabia-lo. Tinha o meu diário, a minha escrita, a minha paz e o meu papel isso bastava-me…

“ Amor? Tu existes?

Será que as minhas veias podem ele percorrer?

As minhas palavras, eu, somos tristes…

Tu não me queres conhecer

Tudo bem se o decidiste

A canção mais linda para todos

A mais triste foi para mim

Versos preenchidos por sussurros lindos

Que nunca contarei”

Os rios de Veneza abstrai-me por isso é rotineiro cumprimentar o navegador e o senhor a que compro o bilhete e navegar por aqueles rios, os mesmos senhores, todos os dias. Naquele dia novamente tinha partido para o barco cumprimentando o senhor a quem compro o bilhete, ele fazia-me uma vénia. E um belo rapaz de cabelo castanho e olhos verdes conduzia-o pelo normal senhor de meia-idade que me fazia uma vénia, mesmo com a nossa normal discussão que não era necessário. Cumprimentei este rapaz, ele fez silêncio, percebia-o, havia melhores pessoas para ter a navegar, mesmo com o senhor que compro os bilhetes a dizer:

-Filho, é a princesa, faz-lhe uma vénia.- percebi que ali o filho era apenas um símbolo, não caracterizava-se pela verdade racional

-Não quero muito saber se ela é princesa ou não…- disse o rapaz com um sotaque meio português meio italiano.

Peguei no meu livro e li- sobre aquele lindo dia de sol, durante algum tempo já tinha avançado pelo menos 20 páginas, “Orgulho e Preconceito” era o que lia. Silêncio percorria, percebi que de belo só o exterior, a sua essência era realmente muito negra. Durante esta viagem uma rajada de vento passou por nós e o meu livro foi parar a água eu tentei-me chegar a água para o ir buscar mas não consegui virando o barco.

A água gélida de Veneza envolveu todo o meu grande fato, deixando o rapaz também encharcado, ouvindo-o a sussurrar dizer:

-Princesas…

Comecei a tremer muito e a chorar baixinho, não sabia nadar estava muito frio, ele chegou perto de mim e delicadamente pegou na minha cintura, olhando para os meus olhos castanhos. Os seus olhos eram mesmo verde, fiquei penetrada com a sua visão, enquanto ele pôs me na borda do rio sentada e o meu livro a meu lado. Ele prendeu o barco virando para cima e sentou-se a meu lado. Despindo o seu casaco e pondo-o a seu lado, reparava nos seus movimentos por baixo do meu olhar delicadamente. Ele era musculado, surpreendentemente, ele pôs o seu braço a minha volta e chegando-se para mim, dizendo-me:

-É para não te constipares, se sabem que pôs te doente, ainda matam-me…

Eu sei que era possível mas nunca deixaria isto acontecer, dizendo-lhe:

-Nunca deixaria que isso acontecesse, sussurrando para o seu peito.

Passando alguns segundos o errado que estava a fazer e sal dentro dos seus braços, dizendo-lhe:

-Peço imensa desculpas, perdoa-me…- disse eu rapidamente e saindo dali a correr pegando no meu livro.

Corria livremente por aquelas ruas de Veneza que tão bem conhecia, eu não podia, simplesmente entregar-me a um rapaz qualquer só pela aparência. Entrei no castelo rapidamente sem ver nada e fechei-me no meu quarto. O meu quarto era grande e largo, tinha uma cama no centro e uma zona de vestir por trás da cama, a sua volta tinha alguns dos meus refúgios. Um suporte com a minha tela que pintava, tinha um grande piano e um grande espaço onde dançara com as minhas sapatilhas e fitas que enrolará. Era tudo muito rústico em madeira e com alguns tons beje e vermelhos. Algo que não gostava muito

 Só queria simplesmente tocar piano ou dançar livremente. Fechei os meus olhos e percorri todo o meu largo quarto com saltos harmoniosos, a minha “criada”, Clara. Sempre dissera-me que eu precisava de algum príncipe que agarre-me na cintura delicada e pensara que podia ser… Enquanto as gostas de suor percorriam-me lembrava-me apenas dele, dele aqueles braços a agarrarem-me na cintura.

Resultado de imagem para casais em veneza

Este é o primeiro capítulo da história nova aqui no blog.

Espero que gostem e não se esqueçam de me dizer o que acham que vai acontecer.

E Claro se gostaram :)

Beijinhos da Only one Girl

 

25
Nov17

"Onde estão os braços do meu amo"- Sipnose

Era uma rapariga, que fazia parte da realeza, apaixonada pelas ruas, pela água de Veneza e pela liberdade. Era a princesa de Veneza e teria de se casar com o princípe mais conceitoado, mas que não era o seu amo.

Pietro tem um passado obscuro, procurava luz que ninguém saberua por quanto tempo ela existiria.Ele tem a certeza que a amara, por mais erros que ele fizesse com ela

A quem ela renderia-se?

Mesmo que tivesse de encontrar a alguém que não amava e nos segredos das trevas encontrara os braços do seu amor.

Com quem ela ficaria?

Resultado de imagem para ruas de veneza tumblr

Não consegui publicar nada durante a semana, porque não consegui mesmo e nas próximas também vai ser um pouco dificil, mas vou tentar.

Espero que gostem e diguem o que vai acontecer.

Beijinhos da Only one Girl

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