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How Everything Changed?

How Everything Changed?

16
Ago16

Um espelho...

Caminharei por uma porta aberta, uma porta que transmite-me todo o que sinto. A minha porta... Caminho com passos lentos, com calma sem pressas. Caminho por um rumo traçado, por uma longa direção, um sítio escuro que não tenho medo. No final algo sobressai, uma luz rezulante, algo cintilante, aproximo-me com os passos lentos com calma. Sei que não vai desaparecer, por meio da minha cabeça não tenho direção nem confirmação. Em cada passo que rumo até este meio de luz, sinto-me mais segura. A luz avança sobre mim, como alguém que nos abraça. Voa sobre mim. Enrola-me no manto azul cintilante, esquecendo-me completamente do chão preto que pisara a segundos até este rumo. Este manto dirigia-me para o seu lugar, o manto dirigia-me para a sua fonte. A fonte, que quase nós cega, mesmo assim caminho em direção a fonte. É estranho não tenho medo nenhum das consequências de este ato. Nada de mais, é a fonte, um espelho que deu está luz, mas um espelho com algo de diferente, por causa desta luz que remou até ele. O espelho absorveu toda está luz. Agora só resta a luz do espelho e o chão escuro que recreara em momentos. Um espelho especial cintilante, no meio escuro sem luz, nada que faça sentido para os outros mas para mim não podia fazer mais. Mesmo que não saiba porque... Aproximo-me desta fonte de luz que a momentos me transmitia arrepios, calma... Sentia-me reconfortada, mas agora apenas sinto frieza na minha pele, não medo mas algo que é transparente mas que me cobre. Aproximo-me deste espelho, que não é nada demais sem ser um espelho. Reflete a minha imagem como todos. Mas algo no espelho invisível me puxa para ele, não tenho medo desta ligação que o espelho tem sobre mim, caminho sobre ela. Sobre o seu traço que me puxa. Estou a 1 cm do espelho, mas ainda tenho a ligação que quer que toque. Agora tenho medo de tocar, não sei nada do que vai acontecer. Mas mesmo assim, deixo os pés no mesmo sítio. Sem sequer se mexerem. Sinto o meu coração a bater mais rápido e a minha respiração a acelerar. Parece que algo vai acontecer repentino, não tenho pressa para o fazer essencialmente. Sei que o vou fazer, tenho o rumo traçado e quero descobrir o que esconde. Lentamente levanto a mão com cuidade e direciono-a rumo a este espelho. Quando lhe toco sinto uma corrente eletrica. Fico estendida pelo chão, não sei por quanto tempo, mas sei que foi algum tempo... Arcodo, as pestanas não me pesam, não me sinto mal, não sinto essencialmente nada, sorriu sem direção estou bem como a algum tempo já não estava. Mas a há algo de estranho, partes deste vidro navegam sobre mim a minha volta, nenhuma me cortou. Apenas estão a minha volta, sinto um impulso vindo de mim para me pegar num. Pego-lhe, não me corta, não é vidro é algo fofinho. Algo carente, que precisa de ser acarinhado, usado, recordado. Olho para este pedaço e não vejo a minha face, vejo sim uma mémoria minha algo que tive a muito tempo mas que me relembro muitas vezes. É umas das mémorias da minha infância, algo meu.  Não percebo como um espelho consegue transmitir isto. Largo este pedaço como tanto cuidado como se fosse a vida de um bébe... Pego noutro, aspro, na qual me causa tristeza relembra-me não um pensamento nem uma recordação. Mas sim um sentimento, a tristeza.  Navego por cada destes pedados que me relembram coisas, ou me mostram coisas do futuro, este espelho é meu. Parte-se nos mais pequenos pedaços de vidro, que de textura caracterizam o que mostram. A ligação é minha, o espelho é meu. É por isso que cá cheguei. Para recordar todo. Os espelhos aumentam-se na minha mão para me mostrarem algo meu. Este espelho consegue me deixar a viver todos esses sentimentos, memórias com a mesma intensidade. Está sala na qual estou sentada, faz parte de mim consigo perceber. Já não me parece não escura, mas está. Os pedaços de vidro causam as cores que cá emparam, cores prevenientes do que está lá resgistado. Os meus olhos abrem-se, consigo saber exatamente onde estou, no meu quarto, deitada. Depois, de este sonho que sei que mais e mais vezes vai acontecer...

*Acho que isto não fez lá muito sentido, mas foi um pensamento meu que gostei muito de imaginar e acho que até ficou giro.

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 Estou nos blog's quentes hoje. Em 4ª lugar, com o post um ano de blogger. Muito obrigada, por tudo :-) São um máximo :-)

Beijinhos da Only one Girl

 

 

 

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