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How Everything Changed?

How Everything Changed?

14
Dez17

Conto de Natal- 2ª Capítulo

Depois de ele ter prenunciado este consentimento, apertei melhor o meu cabelo tirando um ganho bem forte que tinha, que acho que é o suficiente para estrair a bala, tirando na minha sweart e rasgando um pouco para cortar a circulação e de modo a não doer tanto. Lavei as mãos e desinfetei o gancho no pequeno riacho que existia. Cuidadosamente, tive de pedir-lhe para tirar as calças, apenas porque era demasiado justas e fiz a maior pressão com a fita que anteriormente cortara. Com o gancho que tinha forte, pós nos dois extremos e empurrei. Os seus gritos de dor eram ouvidos e com razão, a bala estava um pouco enterrada mas felizmente era muito pequena. Tentei fazer um curativo com a restante sweart e ajudei-lhe a vestir as suas calças. O George rapidamente ajudou-me a leva-lo até a minha casa e ao meu quarto, já que os meus pais já não estavam em casa. Ele não disse nada o caminho inteiro, mesmo com a força que ambos estávamos a fazer para suportar-lhe. O dia começou a amanhecer, o George deixou-nos sozinhos enquanto foi fazer um chocolate quente. Estava sentado no meu quarto, eu perguntei-lhe:

-Vais dizer-me o que aconteceu, preciso de saber…- disse eu enquanto foi a minha casa de banho buscar coisas para realmente tratar aquele ferimento.

Quando voltei ele estava com a cabeça baixa e a contar algo, na sua mão, eu pedi-lhe novamente para tirar as suas calças para conseguir fazer realmente o curativo. Ele tirou e começou:

-A minha mãe sofre de violência doméstica por parte do meu pai,- ele começou por dizer enquanto destapava a ferida e começara a por betadine- ele, hoje de madrugada estava completamente bêbado e simplesmente começou a quer bater na minha mãe...- eu assenti puxando o cabelo para trás e prendendo-o, comecei a por a pomada e os processos que nós deram no curso.- Eu não conseguia simplesmente estar mais ver aquilo sem comentar…

-Meteste no meio e o teu pai deu-te um tiro?- disse eu presumindo enquanto tapava-lhe a ferida com uma compreensa.

-Sim… Eu por favor, obrigado. Mas eu não consigo relembrar-me mais deste dia…- disse ele tentando-se levantado.

Eu ainda estava de joelhos e prendi-lhe a perna que estava boa e disse-lhe:

-Não podemos esquecer as coisas, mas sim aceitar.- foi quando o George entrou com o chocolate que ele rapidamente devorou. Eu esperei até continuar.- Não penses que sou uma mimada, porque não sou, podia não ter levado com uma bala na perna mas garanto-te já levei com uma no coração e ainda doi muito. Agora vais levantar a cabeça, assumir o que aconteceu. E o George vai contigo ao seu pai que é polícia e vais fazê-lo por ti e pela tua mãe.

Ele assentiu meio atordoado, eu quando começo a explodir ás vezes torna se difícil de controlar. Mas o George fez o que lhe disse, ele saiu da minha casa agradecendo por tudo. Se calhar nunca mais o veria, mas é bom ter a consciência limpa. Só conseguia deitar a minha cabeça na almofada e recordar tudo, doía tanto, parece que as recordações feriam o meu coração. Mas tinha de ir para a escola e rapidamente encaminhei-me para a casa de banho e arranjei-me.

A escola estava silenciosa em termos de luz e energias mas havia muito barulho, a iluminação escassa como sempre e as grandes muralhas de cacifos que escondiam os maiores segredos e casais de tudo o sempre.

Antes de encaminhar-me para a minha aula de Biologia, vim um rapaz coxo com o George, só podia ser ele… Eles vieram na minha direção e olhei para os olhos dele, perguntando:

-Como te chamas?

-Austin, Austin Luís- disse ele fitando os meus olhos e eu os dele, o seu apelido foi pronunciado com um sotaque colombiano

-Bem, vou para as minhas aulas…- Já não conseguia mais aguentar aqueles clima.

Todos me olhavam por falar com alguém que não o George, ele puxou o meu braço e sorriu-me agradecendo eu apenas esbocei um sorriso. Depois da aula de Biologia foi decorar a minha escola, com alguns miúdos mais novos que eu. Pusemos algumas estrelas a decorar a entrada principal. Ajudei-os a montar o presépio e por fim cantamos um pouco da música de natal da minha escola que já é de a muitos anos, como honra. Quando acabamos, vimos as estrelas iluminadas na fachada principal bem iluminadas e o presépio a dar uma beleza extrema a escola. Aquele presépio foi feito quando eu entrei no meu primeiro ano na escola e eu ajudei a fazer o menino Jesus. Já depois de todos se irem embora recordei todos os momentos, olhando para ele. Quando senti uma mão no meu ombro, virei-me.

-Eu não queria assustar-te desculpa, Hannah. Eu não queria ter-te magoado, perdoa-me. Sabes o quanto te amo. Lembraste de fazê-los juntos?- disse ele apontado para o presépio. Era o… Era o Gustav… Ele tinha-me, tinha-me… Agora está aqui assim…

Só sentia as lágrimas a ameaçarem-me sair, só sei que sai a correr da escola, pegando em todos os meus pertences. Corri, corri sem parar até ao parque onde sentia-me melhor. Um canto isolado. Eu tentava esquecer tudo, todas as recordações, de como ele me tocou. Como a fúria dele despiu-me, estava a sufocar quando pensava em tudo aquilo. Realmente, sentia os braços dele sobre os meus, sentia o tremer que vivi. Eu já não conseguia mais parar, pensar, sentir, só queria nunca mais viver aquilo, não ser mais tocada ou amada.

Senti umas mãos a puxarem-me a cabeça para cima e a olhar para os meus olhos. O George, ele estava ali, abraçou-me com uma força que precisava para acordar do transe. Só naquele momento percebi que realmente era muito tarde mesmo, já toda a cidade estava iluminada e começara o comércio de natal. Os braços do meu melhor amigo, aliviam tudo, ele conhecia-me, sabia-me onde encontrar.

-Obrigado…- disse eu ainda meio em choque olhando para os seus olhos azuis

-Está tudo bem princesa, está tudo bem…- disse ele carinhosamente beijando me a testa.

Ele caminhou comigo ambos abraçados até a minha casa, ninguém disse-me nada sobre ter chegado tarde. Apenas deixaram-me subir para o quatro. Não sabia o que se andava a passar comigo nem a razão de tudo isso. Precisava de um conforto que ás vezes não tinha, do meu melhor amigo, precisava de mais alguém…

Vesti a minha camisola com as mangas bem largas e umas leggins e depois de ter conseguido aliviar o que sentia foi ler um pouco para o meu alpendre com a minha manta pelas pernas e com o meu chocolate quente.

-Hannah… É assim que chamaste não é?- disse Austin

-Sim.- disse eu marcando a página do livro e dando-lhe neste momento total atenção.

- Salvaste-me a vida és uma miúda super corajosa, obrigado mais uma vez. Sinto que daquela vez não tinha agradecido como deveria. Agora diz-me, precisas de desabafar? Tens uma olheiras enormes e pareces tão triste, porque?

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Espero que gostem,

O que acham que vai acontecer?

Beijinhos da Only one Girl

11
Dez17

Conto de Natal- 1ª Capítulo

Fechei os olhos, todos os gritos que afogavam a minha mente, eu tinha de ser de capaz de abstrai-los, não conseguia-me concentrar no meio de tanto barulho. O coração doía-me, realmente, uma dor tão forte, tão potente.

-Filha, cuidado com o teu irmão- que estava as minhas cavalitas- João, querido mete a estrela de natal na árvore.- disse a minha mãe com delicadeza.

Ele conseguiu a por, mas mesmo eu estando a segurar-lhe as suas costas arquearam-se demasiado, se não fosse a minha mãe ele poderia ter-se magoado muito. Mas eu, eu não sabia o que mais fazer. Aquele ambiente naquela sala, estava escuro, faltava-lhe luz. Faltava-lhe algo que não encontrava. Quando dei o meu último olhar, antes de ir para o meu quarto. Via os meus pais com o meu irmão nos braços, os meus avós. A minha cadelinha e todas mais decorações.

Sentia-me como se tivesse partido algo, como se não era capaz de segurar algo nas minhas mãos sem o partir, o rachar… Os livros afogaram todos aqueles sentimentos, era dia 1 de Dezembro ainda tinha imensos testes. Na verdade, eu nem sou isto, este sofrimento, sou só uma rapariga que é boa aluna… Matemática, Biologia, Português, só tinha de esquecer todos, tudo…

Quando olhei novamente para o relógio, já teria de estar a dormir, não a matar-me. Rapidamente enfiei-me nos cobertores, tentando esquecer as mãos dele, as mãos dele, o barulho, o sofrimento…

-Eu não aguento mais, eu não aguento, não consigo…- disse eu gritando fortemente, toda eu tremia.

Não conseguia simplesmente relembrar aquilo que tinham feito-me, rapidamente a minha mãe já tinha chamado o meu melhor amigo que morava na casa do lado. Já estava muito barulho, muita luz, muita agitação…

-George… George….- disse eu não sei quantos minutos depois de ele estar a agarrar as minhas mãos e os meus braços.

-Sim, princesa… Tu estás aqui bem segura comigo- eu só queria que ele ficasse-me ali a acarinhar

-Fica aqui…

Rapidamente os meus pais e ele aceitaram, uma vantagem de ter um melhor amiga que a sua atração sexual não era o sexo oposto. Eu sabia que com ele podia estar segura, ele não iria-me tocar nem abandonar eu sentia-me realmente segura, quando ele beijou-me a testa e abraçou-me. As nuvens e tudo o que poderia sentir aponderou-se de mim.

Acordamos com o despertador que programara, 5:30 apontava. Abanei o tronco do meu melhor amigo e perguntei-lhe:

-Vens correr comigo? Preciso de desanuviar…- com um sorriso impossível para ele resistir

-Sim, deixa-me só ir vestir, também já tinha de ir correr para as provas hoje.- disse ele saindo da minha cama e deixando-me sozinha no quarto.

Eu sabia que podia estar segura com ele, sentia-me segura com pouca gente.

Rapidamente vesti os meus calções de desporto e as minhas calças largas da Nike. Vestindo uma sweart da Adidas com a minha t-shirt da sorte, sai calçando os meus tênis para o alpendre. Onde o George esperava-me calmamente com as suas calças cinzentas da Nike e sweart preta que lhe tinha dado.

Começamos a correr ambos em silêncio, pela beira da floresta que envergava a cor verde que garantia o selvagem ao coração da cidade. Ambos estávamos conectados aos nossos telemóveis, para sabermos os dados. Mas conectávamo-nos a nossa velocidade que pisava o chão e aos silêncios e sussurros da natureza.

Já tínhamos feitos alguns metros quando ouvimos alguém ou algo a gemer, perto da beira da floresta. Automaticamente, eu e o George paramos, dizendo-me:

-É perigoso Hannah,- disse-me ele com calma- vá lá, não sofras mais, por favor.- disse ele ouvindo os meus pensamentos.

-George, pode ser algo importante. Isto faz parte do objetivo da minha vida, o sofrimento, o medo, a dor, a tristeza.- disse olhando para ele agora com calma- Vá lá, vem comigo nada vai me acontecer contigo. O meu homem.- disse pegando-lhe na mão. Poderia afirmar que tinha o melhor amigo que poderia ser possível.

O som prolongado estava muito próximo do local onde estávamos, quando visualizei um rapaz agarrado a sua perna, parecia que tinha sido baleado. Rapidamente corri até ao local, abandonando a mão do George. O rapaz era um pouco mais velho que nós, deveria estar a atingir a maturidade, ele gemia, agarrado. Envergava um casaco e calças pretas. Quando cheguei-me perto dele, perguntei-lhe:

- O que aconteceu?- calmamente, tentando analisar de joelhos o ferimento.

-Eu… acho que foi baleado…- disse ele, a sua voz era doce mas estava fraca devido a dor e os seus olhos que se conectaram aos meus eram verdes.

-George liga para o teu pai e para o hospital, eu vou tratando disto como conseguir…- disse eu virada para o meu melhor amigo.

-Por favor… o hospital não, por favor…

-Tudo bem, tudo bem…- naquelas situações tinha aprendido que o melhor era fazer o que nós estávamos a pedir para não complicar a situação.

-George, acho que é melhor ires para o começo da floresta vou mexer em sangue…- disse para ele e ele percebeu. O meu melhor amigo tem um problema com sangue mesmo que queira ser atleta.

Passado alguns segundos ele disse-me:

- O que vais fazer-me?- disse ele a temer, reparara que os seus cabelos eram quase um preto meio acastanhado

- Tem calma, tu não queres que chame o médico, mas alguém vai ter de remover a bala. Eu quero seguir medicina e tenho um curso de algumas coisas básicas. Nomeadamente sei fazer isso. Agora vou precisar da tua colaboração está bem?- ele olhou-me meio desconfiado, mas depois sim é que acenou-me- Confia em mim, ok?

-Ok

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Está é a nova história, que ontem vós tinha falado, espero que gostem.

O que acham e sentem que vai acontecer?

Beijinhos da Only one Girl

10
Dez17

Novidades+ Natal

Olá :)

Eu sei que tenho andando um pouco desaparecida assim daqui e de escrever simplesmente desta forma sem ser as histórias. Mas vou voltar garanto-vos. Com as férias vou ter mais tempo. Tmbém como alguns já possam ter reparado, mudei o template do blog assim para cores mais alosivas ao natal e ao Inverno que já esta quase aí.

Quero fazer-vos a pergunta se gostam :)

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 Como já sabem, eu adoro escrever história e decidi fazer algo que no máximo se pode dizer que é muito arriscado mas vou tentar, a partir de amanhã vou publicar alguns capítulos de uma história de um conto de natal. Espero que realmente gostem muito de ler. Vou dedicar muito empenho nas duas histórias que estão aqui a ser publicadas no blog.

Claro que vou continuar com os meus post's normais e textos.

Quero que por favor, digam me ideiais do que acham que devia melhorar no blog, deveria dar a minha opinião ou querem que escreva ou muda :)

Beijinhos da Only one Girl

09
Dez17

"Onde estão os braços do meu amo"- Capítulo 2

Parei de dançar sacudindo a cabeça tentado esquecer todos aqueles pensamentos, eles não podiam-me estar a percorrer a mente naquele momento, dentro de alguns momentos teria de escolher um príncipe. Desci as longas escadas do castelo, procurando a minha mãe. Ela encontrava-se na sua zona de estar a falar com o seu criado pessoa, como gostara de chamar. Era algo que incomodava-me um pouco, mas prontos eles eram os reis. Cheguei perto da minha mãe e perguntei-lhe:

-Mãe,- fazendo uma vénia- os príncipes já chegaram?

-Sim filha, podes ir para o jardim e escolher um…

“Escolher um…” era mais escolher alguém que tivesse condenada toda a minha vida, a minha mãe continuara delicadamente a dar ordens ao empregado enquanto eu caminhava graciosamente (ou tentara) rumo ao meu destino. Percorri o espaço que me faltara até ao jardim e sentei-me numa borda onde os príncipes estavam em pé. O outro assistente estava lá, para dizer-me os “dados” de cada um.

O jardim do castelo era muito verde e quase sempre um belo sol iluminava as flores virando-se elas para ele, rosas, tulipas, dálias, laranjeiras. Envergavam e preenchiam aquele jardim que recordara deste de muito pequena com carinho e afeto. Lembrara-me de estar sentada lá, com Clara a contar-me uma história e a fazer-me tranças, ela realmente foi a minha mãe.

- Menina, podemos começar?- o assistente da minha mãe assustando-me enquanto estava sobre os meus pensamentos

-Claro…- disse eu tentando fazer um esforço para sorrir

-Então este é o príncipe da Inglaterra, chama-se George.- apresentando ele um rapaz encantador que me pedira a mão e beijou-a. Era alto tinha olhos azúis e um corpo constituído, mas parecera-me arrogante com o seu olhar.- Este é o príncipe Matteo, da Espanha.- um rapaz magro mas alto e com uns olhos surpreendentemente cinzentos e verdes cumprimentou-me com uma vénia, parecia ter um bom coração.- Princesa, este é o príncipe da Bélgica, o príncipe Adrien.- um rapaz que parecera lindo e encantador, com os seus olhos castanhos quando beijou-me a cara transmitiu-me uma má energia.

-Obrigado a todos, espero que tenham uma boa estadia aqui em Veneza.- disse eu fazendo uma vénia a cada um deles e o assistente da minha mãe completando-me:

- A princesa Alessia escolhera-a um de vós até amanhã, obrigado a todos.

Percorri aqueles jardins verdes do castelo, quando todos foram embora, fazendo um do li tá para descobrir qual era o que iria escolher. Podia ser o príncipe Adrien, dava oportunidade assim a alguém de ter algum rapaz bom nas suas vidas e eu aguentava bem com o mal. Comecei a dançar por aqueles campos, saltando duas a três vezes de pernas juntas. No último salto umas mãos delicadas que conhecera seguraram-me a cintura, rodopiando-me no ar e virando-me para ele… Conhecera-o, pelo seu toque e olhar, aqueles olhos verdes. Eles deixou-me no chão fazendo-me uma vénia e eu peguei na sua mão e levantei-o. De forma a que ele me pudesse rodopiar pelo espaço restante. No final ele puxou-me para o seu peito, de uma forma provocante pondo-me as suas cavalitas e eu comecei a libertar-me de tudo quando ele fazia alguns passos fechando os olhos. Ele sentou-se tirando-me das suas cavalitas e sentou-se junto a mim, percebi tudo isso através do tato, continuei com os olhos fechados.

-Alessia, abre os olhos, por favor- disse ele com a sua voz desta vez carinhosa e delicada.

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Espero que gostem, o que acham das duas personagens principais?

Eu sei que o romance parece um pouco "aceralado", mas vão perceber que não :)

Beijinhos da Only one Girl

02
Dez17

"Onde estão os braços do meu amo" Capítulo 1

 Veneza, 1802

Era uma jovem princesa que iria atingir a sua maturidade em menos de 1 ano, antes disso teria de escolher um príncipe para partilhar toda a minha vida, um príncipe que não amasse, mas isso não era algo que importava-me, nunca conheci nenhum rapaz e namora-o não merecia este tipo de amor sabia-lo. Tinha o meu diário, a minha escrita, a minha paz e o meu papel isso bastava-me…

“ Amor? Tu existes?

Será que as minhas veias podem ele percorrer?

As minhas palavras, eu, somos tristes…

Tu não me queres conhecer

Tudo bem se o decidiste

A canção mais linda para todos

A mais triste foi para mim

Versos preenchidos por sussurros lindos

Que nunca contarei”

Os rios de Veneza abstrai-me por isso é rotineiro cumprimentar o navegador e o senhor a que compro o bilhete e navegar por aqueles rios, os mesmos senhores, todos os dias. Naquele dia novamente tinha partido para o barco cumprimentando o senhor a quem compro o bilhete, ele fazia-me uma vénia. E um belo rapaz de cabelo castanho e olhos verdes conduzia-o pelo normal senhor de meia-idade que me fazia uma vénia, mesmo com a nossa normal discussão que não era necessário. Cumprimentei este rapaz, ele fez silêncio, percebia-o, havia melhores pessoas para ter a navegar, mesmo com o senhor que compro os bilhetes a dizer:

-Filho, é a princesa, faz-lhe uma vénia.- percebi que ali o filho era apenas um símbolo, não caracterizava-se pela verdade racional

-Não quero muito saber se ela é princesa ou não…- disse o rapaz com um sotaque meio português meio italiano.

Peguei no meu livro e li- sobre aquele lindo dia de sol, durante algum tempo já tinha avançado pelo menos 20 páginas, “Orgulho e Preconceito” era o que lia. Silêncio percorria, percebi que de belo só o exterior, a sua essência era realmente muito negra. Durante esta viagem uma rajada de vento passou por nós e o meu livro foi parar a água eu tentei-me chegar a água para o ir buscar mas não consegui virando o barco.

A água gélida de Veneza envolveu todo o meu grande fato, deixando o rapaz também encharcado, ouvindo-o a sussurrar dizer:

-Princesas…

Comecei a tremer muito e a chorar baixinho, não sabia nadar estava muito frio, ele chegou perto de mim e delicadamente pegou na minha cintura, olhando para os meus olhos castanhos. Os seus olhos eram mesmo verde, fiquei penetrada com a sua visão, enquanto ele pôs me na borda do rio sentada e o meu livro a meu lado. Ele prendeu o barco virando para cima e sentou-se a meu lado. Despindo o seu casaco e pondo-o a seu lado, reparava nos seus movimentos por baixo do meu olhar delicadamente. Ele era musculado, surpreendentemente, ele pôs o seu braço a minha volta e chegando-se para mim, dizendo-me:

-É para não te constipares, se sabem que pôs te doente, ainda matam-me…

Eu sei que era possível mas nunca deixaria isto acontecer, dizendo-lhe:

-Nunca deixaria que isso acontecesse, sussurrando para o seu peito.

Passando alguns segundos o errado que estava a fazer e sal dentro dos seus braços, dizendo-lhe:

-Peço imensa desculpas, perdoa-me…- disse eu rapidamente e saindo dali a correr pegando no meu livro.

Corria livremente por aquelas ruas de Veneza que tão bem conhecia, eu não podia, simplesmente entregar-me a um rapaz qualquer só pela aparência. Entrei no castelo rapidamente sem ver nada e fechei-me no meu quarto. O meu quarto era grande e largo, tinha uma cama no centro e uma zona de vestir por trás da cama, a sua volta tinha alguns dos meus refúgios. Um suporte com a minha tela que pintava, tinha um grande piano e um grande espaço onde dançara com as minhas sapatilhas e fitas que enrolará. Era tudo muito rústico em madeira e com alguns tons beje e vermelhos. Algo que não gostava muito

 Só queria simplesmente tocar piano ou dançar livremente. Fechei os meus olhos e percorri todo o meu largo quarto com saltos harmoniosos, a minha “criada”, Clara. Sempre dissera-me que eu precisava de algum príncipe que agarre-me na cintura delicada e pensara que podia ser… Enquanto as gostas de suor percorriam-me lembrava-me apenas dele, dele aqueles braços a agarrarem-me na cintura.

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Este é o primeiro capítulo da história nova aqui no blog.

Espero que gostem e não se esqueçam de me dizer o que acham que vai acontecer.

E Claro se gostaram :)

Beijinhos da Only one Girl

 

25
Nov17

"Onde estão os braços do meu amo"- Sipnose

Era uma rapariga, que fazia parte da realeza, apaixonada pelas ruas, pela água de Veneza e pela liberdade. Era a princesa de Veneza e teria de se casar com o princípe mais conceitoado, mas que não era o seu amo.

Pietro tem um passado obscuro, procurava luz que ninguém saberua por quanto tempo ela existiria.Ele tem a certeza que a amara, por mais erros que ele fizesse com ela

A quem ela renderia-se?

Mesmo que tivesse de encontrar a alguém que não amava e nos segredos das trevas encontrara os braços do seu amor.

Com quem ela ficaria?

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Não consegui publicar nada durante a semana, porque não consegui mesmo e nas próximas também vai ser um pouco dificil, mas vou tentar.

Espero que gostem e diguem o que vai acontecer.

Beijinhos da Only one Girl

18
Nov17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 12 (último)

Sthpen sentira que era demasiado tempo espera, delicadamente foi até a sua casa de banho e viu aquele sangue, aquele pesado sentimento e leu a carta com as mãos a tremerem e chorou, realmente chorou agarrado a ela. Não fazia-lhe garantir que se viesse um segundo antes ela estaria viva, mas não deixara-se de culpar. Ele realmente brincava. Nõa era como para Jonh que era um simples brinquedo...

Todos aqueles dias depois do seu funeral, foram sombrios, mas principalmente até ela ter sido cremada, foi muito díficil para Sthpene encarar que não a podia reviver, que já teria matado duas pessoas na sua medrique vida. O seu pai e a sua maior amada que sempre amara. No céu ele sabia que ela ajudava-lhe e sussurava-lhe que ia ficar perto dele. Mas ele queria ir ter com ela.

Os seus pais percorreram a medo até a igreja, eles iam com o seu filho nos braço, quando sthepen encarou a sua mãe com raiva. Eramuito parecida com Rita, ela precisava tanto deles... "Lamento muito, nós perdemos-a, não sabíamos onde ela estava, procuramos-a e nunca encontramo-a... Só assim... Desculpa filho..." a sua mãe pronunciou-o abraçando se a Sthepen. Ele perguntou se poderia pedir para pegar o seu irmão, acarinhou-lhe a sua carinha, ela iria ama-lo tanto... Sthpen pensava, não consiga mais estar ali... 

Naquele dia deixou se ficar até tarde naquele rio, naquele beijo, naqueles pensamentos, entregou-se a ela e ela a ele. Nunca a esqueceria ele saberia-o, mas também não podia morrer, ela pedia-o nos seus sussurros...

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Espero que esta história faça-nos perceber melhor o valor das pessoas que temos a nossa volta, termos de as acarinhar e percebe-las. Nem sempre um só amar faz-nos feliz, ás vezes precisamos de apoio. Que não conseguimos encontrar.

Obrigado por todo o feedback durante a história.

Espero que tenham gostado.

Querem uma nova história aqui no blog?

Beijinhos da Only one Girl

16
Nov17

Tag || That's True? (certo)

Olá :)

Hoje venho-vós dizer as respostas certas ao desafio que respondi a duas semanas, espero que tenhm acertado muitas, mas vamos lá:

1- Ando sempre com um colar ao pescoço do meu nome- É verdade

2- Gosto de Mac Donalds- Mentira, mais puras de todas odeio

3- O meu clube de coração é o Belenenses- Benfica, apesar de também gostar do Belenenses

4- Não gosto muito de confusão, de bailes, cerimonias e festas- É verdade.

5- O meu filme da Disney favorito é o Cloud Nine- É verdade

6- O meu chá favorito é de camomila- É mentira, chá de príncipe, apesar de também adorar

7- Passo os meus tempos livres a ver doramas e adoro- É verdade

8- Adoro o calor- Falso, adoro o Inverno

 9-O meu gosto pela dança veem desde dos meus 6 anos- É verdade com os MCA

10- Adoro desenhar- É verdade

11- Ainda vejo progamas da Disney- É verdade

12- O que gosto mais na escola é mesmo estar em convívio- É verdade

13- Um dia vou gostava de ser algo para ajudar as outras pessoas- É verdade

14- O meu blog vai fazer 4 anos- É mentira, no próximo ano dois anos

15- Vou fazer 4 anos de blogger no próximo ano- É verdade

16- Adoro Português- É mentira sou mais das ciências  

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Beijinhos da Only one Girl :)

13
Nov17

Outra face de ti

A chama que conservas dentro do teu coração, dizias-me que não poderias amar, que para ti não era seguro. Beijar-te por entre os meus cabelos e boca. Dizias-me que não quando implorava-te por ti, apenas por ti. Deixa-me tocar-te por entre os teus contornos mais bonitos e preenchidos. Não me vais fazer mal, prometo-te. Está tudo bem, eu poderia-lhe sorri mas ele não acreditava em si próprio. 

Só queria beija-lo, morde-lhe aqueles lábios carnudos que tanto amava. Ele amava-me as suas sombras perseguiam-no, tinha medo de ele próprio. Do que poderia me fazer por debaixo do calor do copo dos dois, quando o primeiro toque viesse de mim, dos meus dedos a contornarem as suas tatuagens. Enquanto ele beijava-me por entre aquela chama.

Ele não queria que eu me entregasse a ele, ele tinha medo de tornar-se perigoso. Mas não temia quando todas as noites entregava-se a mim. Deixava-me tocar-lhe por baixo da sua habitual sweart. Ele sorria-me e simplesmente acarinhava os meus cabelos. Poderiam dizer que não era amor, mas ali só encontrava o mais puro amor. Ele protegia-me sem nunca me tocar, insistia nisso. Quando pronunciava ser perigoso, só queria pegar-lhe nos seus braços e entregar-me a ele. Dizer-lhe para ser perigoso em mim.

Não saia de fantasias que envergavam na minha mente, sabia que tinha de respeitar a sua decisão, ele era quem eu amava e por mais que quisesse, ele não podia. Ele sabia, os seus limites mas eu nao os conhecia nem conhecia até onde podia chegar, pelo amor! Estava tudo entregado ao destino, quando a sua chama iria envolver os nossos dois corpos perdidos. Que imploravam um pelo outro. Pelo peito do outro, por ouvir o seu coração nu e todos os seus sentimentos. 

Poderia acontecer, ma até lá sou uma rapariga viva, depois não sei mais...

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Beijinhos da Only one Girl

11
Nov17

Por entre as paredes que escondiam-me| Capítulo 11 (Penúltimo)

Algo parecia nao estar bem entre o meu cerebro ele estava estranho, mas adormecera antes de tentar perceber.

Quando acordei estava tudo novamente igual, mas ele não estava lá e uma luz negra fazia sentir-se da rua, era a noite portanto. Não estava muito bem, nem em consciência nem em mim. Não sabia nada do que fazer, só queria saber reconhecer a verdade. Algo na minha mente barlhava-me continuamente quem era o meu amor? Quem era eu? O que fazia aqui?

Eu sabia que queria morrer, queria que o obscuro que sentia saísse de mim, mesmo que fosse pela forma mais dolorosa. Não sabia se neste momento, eu poderia resistir a dor que sentia. Todo em mim estava muito baralhado, entre o Sthpen e o Jonh, quem eu amava? Quem eram os meus pais, porque não estavam simplesmente comigo a dar-me a mão!? Eu preciso tanto deles, eu sussuro-lhes a noite mas não ouço nenhuma resposta, nem do céu... Por favor, digam-me o que eu fiz para merecer tudo isto de mau? 

Sthepen... Era quem eu amava... Passei todo o resto da noite em branco, só sabia que não queria mais viver, mas queria-o ver, queria simplesmente o ver. Mas como saberia eu que ele me iria visitar, que se lembraria de mim, quanto tempo eu estaria aqui, será que alguém podia-me socorrer? Quanto tempo é que dormi?

Vi todas as fases do dia, até chegar as nove da manhã, o nascer do céu com cores a sobreporem-se ao azul e negro do céu. Um raio de esperança por cada milhões de raios de desanimo. Como venceria algo assim? A esperança ganhou, mas só mesmo na natureza porque comigo não aconteceria. Ás nove horas, ele chegou, finalmente poderia ter esperado mas ele estava ali bem a mnha frente. O sol já iluminava todo o quarto com tons parecidíssimos, ele envergava uma sweart preta, umas calças e um boné também pretos. Trazia um casaco que parecia de uma rapariga no seu braço, em tons de azul e preto. Ele dirigiu-se a mim com um sorriso:

-Rita...

-Sthepen... Desculpa ontem eu confundi-te com o teu irmão, desculpa-me.

-Está tudo bem, minha princesa.- disse ele beijando-me a cabeça e sentando-se perto de mim.

Um silêncio desconfortável ficou naquele quarto, que supreendentemente tinha sozinha, perguntei-lhe:

-Onde estou?- agarrando nas suas mãos, ele começou-me a fazer festas até finalmente responder-me

-Tu estás num hospício querida, mas esta tudo bem. Vamos ultrapassar, tudo, juntos.- disse ele dando grande superioridade ao tudo- Estará sempre tudo bem se tivermos juntos. Está bem luzinha?

Eu não sabia o que lhe dizer, sabendo tudo o que queria e tinha planos de fazer... Mentir-llhe? Fazê-lo a sua frente? Não sabia simplesmente, mentir-lhe não era justo não depois de tudo o que fez comigo. Eu levantei-me delicadamente para ir a casa de banho, arranquei o suporte que segurava o papel higiénico com toda a minha força. E simplesmente pressionei-o no meu corpo. 

"Eu não conseguia aguentar mais, não sabem o quão díficil é, ás vezes precisamos que mias de uma pessoa nos ame, precisamos de ter amigos e pais, amor de pais. Eu precisava disso. Não sei, mas se calhar foi tarde de mais, mas se calhar nem pensavam-me procurar.

Perdoa-me Sthpen, tu que foste a única pessoa que realmente me amou, perdoa-me

Obrigado por tudo"

Dei-me ao trabalho de o escrever e deixar bem visto, para que houvesse uma explicação.

O resto já sabem, se calhar não ser eu a explicar, o mundo não foi bom para mim. Não consegui simplesmente aguentar.

Resultado de imagem para amor tumblr gifs

Sim é verdade, já é o penúltimo capítulo. Espero que gostem deste hoje.

Sei que é muito grande para o normal, mas na semana passada não consegui desenvolver, o quanto queria,

Portanto hoje é mais :)

Esperavam? O que acham que se vai basear o final?

Faço-vós uma pergunta querem uma outra história aqui no blog?

Beijinhos da Only one Girl

 

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