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How Everything Changed?

How Everything Changed?

22
Set16

Olhares com histórias

Um sorriso tímido, uma troca de olhares, apenas recordações de olhares despercebidos. Miro-te e não te percebes, escondo-o não percebendo porque. Gosto de quando os nossos olhares se entregam por magia, nada nós liga realmente. Apenas palavras simples preferidas sem realmente significado algum exato nem importância..O meu olhar tropeça no teu, sem razão. Apenas saberia que nada faz sentido, que não devia pensar nada disso... Gosto dos teus olhos, transmitem-me algo despercebido. Sem razão apenas o teu nome, os sentimentos que nutre por ti alcançam a minha cabeça e apenas me influenciam e filtram os outros meus pensamentos... Gosto da sensação apenas de não ter medo de te olhar, apenas me resta isso. Na importância que tens para mim. Animas o meu dia, não te apercebendo de mim, apenas sei que me ajudas. Da forma mais mágica possível, algo impossível de explicar apenas sentir. Infiltras-te na minha mente, como algo contagioso que me faça mal, mas por enquanto és o contrário, só me estás a fazer melhor. Apenas me a ajudar... Mesmo sem o saberes, quando penso em ti um sorriso infiltra-se na minha cara. Já não estou na mesma apatia que tem vindo a penetra-me. Fazes me sentir melhor do que qualquer pessoa. És a minha nova arma, uma arma completamente desconhecida para mim. Não tenho meios para saber como a posso usar, apenas quero que continue todo. A nossa troca de olhares, que diz mais do que mil palavras... És o melhor que tenho no meu presente, apenas não sei por que? Não sei de nada, o que realmente representas para mim... És a minha luz no fundo do túnel, que caminharei até te atingir. Sinto-me bem quando de relance olhas para mim, mesmo sem te aperceberes todo ou nada... Não te quero dizer realmente adeus, não quero que essa sensação se vá embora, não quero que nada se vá embora. Apenas sei que todo está bem agora. Como já não estava a algum tempo. Não quero que essa passagem temporária de sensação ser apenas repentina e imprevisível, quero que ela permaneça no meu futuro. Quero sorrir da mesma intensidade, que aqui escrevo. Já a muito tempo que assim não sorria, não, o sorriso que sempre ampara no meu rosto. Algo tão característico meu, algo na qual tenho desde de muito pequenina. Quero que este sorriso de energia intensa, continue, quero o prolongar o máximo de tempo que me é possível. Não posso nem quero perder esta oportunidade para sorrir. Sem preocupações exatas...

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*isto foi apenas algo que imaginei

Beijinhos da Only one Girl

17
Set16

É todo uma questão de ponto de vista

Antes via tanta luz em ti, os teus olhos sorriam-me. Fazias me sonhar, agora apenas. Significas para mim realmente o que? Nada? Será demasiado direto, mas apenas "já não preciso de ti", mas queria continuar apenas a ser tua amiga... O meu coração já não grita nada, nada sem ti. Foste tanto, para agora seres alguém apenas com quem já nada se passa, um desconhecido na lei do meu presente... O meu presente não precisa realmente agora das tuas palavras, mesmo que ninguém ocupe esse lugar. Mas de forma alguma ele desapareceu. Apenas recordações de o meu passado estão embrenhadas na minha cabeça. Agora parecermos uns desconhecidos, que de nada já nós relaciona. Que por de trás dessa realidade todo se esconde... Apenas uma turma passada e memorias não conservadas... A culpa foi minha um pouco, mas não foi somente minha. Apenas sei que aqui posso escrever, mesmo não te falando. Foste alguém tão importante em que ocupa o meu lugar agora, que sou presentemente. Não foi tempo perdido.. Apenas uma partida do destino... Só sei que os teus olhos não me dizem nada, já nada sinto quando os nossos olhares se cruzam. Foi todo uma questão de tempo, para realmente chegarmos ao patamar que agora estamos sem sentido. Pessoas que se conhecem, deviam falar? Certo, mas nem sempre o certo é o que fazemos... Foi uma das tantas consequências do destino, costuma se dizer " se não é para ficar deixemos ir. Se era volta, se não apenas memorias recordamos." Mesmo que todo pareça mal, não é tanta coisa que aprendi, vivi, explorei sentimentos... É uma questão de ponto de vista... Foi passageiro, mas uma passagem longa, com memorias relevantes no meu futuro. No momento da decisão não nós apercebermos de nada, mas depois há tanto por de trás de longínquas palavras proferidas com olhares gestos ou palavras. Nada é simples, há uma mecânica por de trás de todo. De como se age, ama, gostasse, tão complexas que nem o ser humano sabe todos os pormenores. Há tanta descoberta no mundo, simples e irrelevantes para alguns mas tão importante para outros...

Por de trás de um pequeno gesto, todo esconde. Sentimentos escondidos por todo o lugar. Questões próprias e pensamentos que se calhar queríamos apagar. Mas não é simples, nem possível fugir de nós próprios...

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Beijinhos da Only one Girl

 

 

22
Ago16

Dor!

Escrevo, apago-o, " Back Space" novamente. Abro uma pagina e fecho-a. Tanto que quero dizer, tanto que tenho que deitar para fora. Algo me pesa. As lágrimas ameaçam-me sair da cara enquanto há um sorriso falso. As lágrimas não me saem, e quero que saem pelo menos todo o que me pesa sai de mim. Quero ficar sozinha com a minha música, quero ficar com o meu peso. Com os meus pensamentos revoltados. Não quero ver mais ninguém. Todo está diferente, não percebo o que. Mas doí, mais do que penso. Algo vai correr mal, eu sei-o. MAS NÃO O CONSIGO DESCOBRIR. Isto e tantas outras coisas, é mais um lema da minha vida. Agarro as minhas mãos, doem-me os nós dos dedos que ficam brancos com a força. Tento equivilar está dor física o que estou a sentir interiormente, mas não dá. Não se equivale, por que está dor não está ligada a algo por descobrir. As lágrimas não se rompem, mas pesam-me, mesmo sendo invisíveis. Doei-me tanto... Só só eu, a minha dor, a minha música e o pc. Queria ter alguém que me perceber, queria ter alguém para me mexer no cabelo até adormecer, queria ter alguém para me mostrar sítios que recompensam todo, queria ter alguém ao meu lado... Não tenho. É uma realidade. Não o mostro, nem me dedigo-me a mostra-lo a alguém, sou demasiado orgulhosa. Mas pesa tanto... A mágoa penetra-se por mim a dentro como se viesse do ar tóxico que respiro. Sou a causadora disso, sei-o mesmo não sabendo o que sinto, não sabendo o por que e o que vai correr depois disto. O meu sorriso desvaneceu-se. Tenho cada vez melhor ocultado o que sinto, o que me pesa. Cantando no que me identifico, todo piora mas não quero sair. NÃO QUERO, sair da minha cela, mesmo tendo a chave. Não quero mostrar o que sinto a alguém, mas também não quero o sentir... O QUE DEVO FAZER? O destino traço-me um rumo, mas parece que a inverter este rumo apenas me magoou. Mas quero ser eu a traçar todo o que faço, não quero que haja uma história a apresentar antes de agir. Antes de nascer. Quero ser eu em todos os momentos, não o meu sub consistente. Metáforas que me vêm a mente... O que mostro, mas com mais significado mais do que as meras palavras que aqui comunico ou apenas tenho numa conversa. Quero voltar ao clássico!  Dor profunda, com uma dor sem medicação. Uma dor que não tem nome cientificamente... Todas as recordações, todos os meus sonhos, pesadelos, memorias vivas, fotografias. Todo apenas me faz que a ferida alargue-se mais. Sinto nostalgia, sinto que podia ser todo perfeito, novamente, sem problemas. Conduzir a uma estrada perfeita sem nada do que estou a sentir. " A felicidade, não é confortável, a felicidade tem de ser buscada...". Eu sei, tento o imaginar a concretizar nos meus sonhos. Mas não consigo, não acontece. Mesmo enquanto tento adormece que tudo como conta de mim... Luto-o para conseguir, sim eu luto! Mas não lá chego e parece que apenas há nevoeiro para sempre. Mesmo que todo continue assim sem sentimentos. Não resisto, caio, levantando-me lentamente vendo as minhas feridas. Na qual não podem ser resolvidas com apenas um curativo, feridas que não me deixam caminhar apenas gatinhar. Pela estrada que vejo que não tem fim... Perco-me, não me lembro de nada do que mais preciso para chegar ao final da estrada, apenas o mal que sinto. ( uma metáfora) Não sinto melancolia diretamente, mas sinto a apatia vindo de mim. A apatia que não me faz ter reação perante algo que devia estar a chorar completamente. Como no filme na qual é obrigatório chorar não acontece. Amanhã pode estar melhor, mas não vou achar a resolução assim tão facilmente com uma noite de sono. Não tenho quase momentos destes, por isso são tão profundos, longos e distantes daquilo que eu sou. Quero chorar, pelo menos não me sentia tão mal. Mas algo dentro de mim está a prende-lo. Mas assim ainda mais doí, as lágrimas iriam me aliviar. A dor pode ser escondida durante escassos minutos mas ela volta, com mais intensidade. Ontem nada sentia perante estava situação todo estava tão bem, a correr tão bem. Sem estas mudanças repentinas na personalidade. E desabou, já esperava era verdade, está demasiado tempo bem... Não sou só uma rapariguinha que gosta de coisas de crianças, não sou uma menina pequenina! Estou farta que me tratem assim, mas sei que não é apenas isto que se está a passar...  Doí me as veias profundas do meu sangue, fazem me ainda me doer mais continuar em pé e raciocinar. Quero apenas ficar sozinha e ouvir música, sem dores profundas ou cortes físicos. " Todo vai melhorar..."

*...

Beijinhos da Only one Girl

 

16
Ago16

Um espelho...

Caminharei por uma porta aberta, uma porta que transmite-me todo o que sinto. A minha porta... Caminho com passos lentos, com calma sem pressas. Caminho por um rumo traçado, por uma longa direção, um sítio escuro que não tenho medo. No final algo sobressai, uma luz rezulante, algo cintilante, aproximo-me com os passos lentos com calma. Sei que não vai desaparecer, por meio da minha cabeça não tenho direção nem confirmação. Em cada passo que rumo até este meio de luz, sinto-me mais segura. A luz avança sobre mim, como alguém que nos abraça. Voa sobre mim. Enrola-me no manto azul cintilante, esquecendo-me completamente do chão preto que pisara a segundos até este rumo. Este manto dirigia-me para o seu lugar, o manto dirigia-me para a sua fonte. A fonte, que quase nós cega, mesmo assim caminho em direção a fonte. É estranho não tenho medo nenhum das consequências de este ato. Nada de mais, é a fonte, um espelho que deu está luz, mas um espelho com algo de diferente, por causa desta luz que remou até ele. O espelho absorveu toda está luz. Agora só resta a luz do espelho e o chão escuro que recreara em momentos. Um espelho especial cintilante, no meio escuro sem luz, nada que faça sentido para os outros mas para mim não podia fazer mais. Mesmo que não saiba porque... Aproximo-me desta fonte de luz que a momentos me transmitia arrepios, calma... Sentia-me reconfortada, mas agora apenas sinto frieza na minha pele, não medo mas algo que é transparente mas que me cobre. Aproximo-me deste espelho, que não é nada demais sem ser um espelho. Reflete a minha imagem como todos. Mas algo no espelho invisível me puxa para ele, não tenho medo desta ligação que o espelho tem sobre mim, caminho sobre ela. Sobre o seu traço que me puxa. Estou a 1 cm do espelho, mas ainda tenho a ligação que quer que toque. Agora tenho medo de tocar, não sei nada do que vai acontecer. Mas mesmo assim, deixo os pés no mesmo sítio. Sem sequer se mexerem. Sinto o meu coração a bater mais rápido e a minha respiração a acelerar. Parece que algo vai acontecer repentino, não tenho pressa para o fazer essencialmente. Sei que o vou fazer, tenho o rumo traçado e quero descobrir o que esconde. Lentamente levanto a mão com cuidade e direciono-a rumo a este espelho. Quando lhe toco sinto uma corrente eletrica. Fico estendida pelo chão, não sei por quanto tempo, mas sei que foi algum tempo... Arcodo, as pestanas não me pesam, não me sinto mal, não sinto essencialmente nada, sorriu sem direção estou bem como a algum tempo já não estava. Mas a há algo de estranho, partes deste vidro navegam sobre mim a minha volta, nenhuma me cortou. Apenas estão a minha volta, sinto um impulso vindo de mim para me pegar num. Pego-lhe, não me corta, não é vidro é algo fofinho. Algo carente, que precisa de ser acarinhado, usado, recordado. Olho para este pedaço e não vejo a minha face, vejo sim uma mémoria minha algo que tive a muito tempo mas que me relembro muitas vezes. É umas das mémorias da minha infância, algo meu.  Não percebo como um espelho consegue transmitir isto. Largo este pedaço como tanto cuidado como se fosse a vida de um bébe... Pego noutro, aspro, na qual me causa tristeza relembra-me não um pensamento nem uma recordação. Mas sim um sentimento, a tristeza.  Navego por cada destes pedados que me relembram coisas, ou me mostram coisas do futuro, este espelho é meu. Parte-se nos mais pequenos pedaços de vidro, que de textura caracterizam o que mostram. A ligação é minha, o espelho é meu. É por isso que cá cheguei. Para recordar todo. Os espelhos aumentam-se na minha mão para me mostrarem algo meu. Este espelho consegue me deixar a viver todos esses sentimentos, memórias com a mesma intensidade. Está sala na qual estou sentada, faz parte de mim consigo perceber. Já não me parece não escura, mas está. Os pedaços de vidro causam as cores que cá emparam, cores prevenientes do que está lá resgistado. Os meus olhos abrem-se, consigo saber exatamente onde estou, no meu quarto, deitada. Depois, de este sonho que sei que mais e mais vezes vai acontecer...

*Acho que isto não fez lá muito sentido, mas foi um pensamento meu que gostei muito de imaginar e acho que até ficou giro.

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 Estou nos blog's quentes hoje. Em 4ª lugar, com o post um ano de blogger. Muito obrigada, por tudo :-) São um máximo :-)

Beijinhos da Only one Girl

 

 

 

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